terça-feira, 29 de março de 2016

Caderno de Atividades para Crianças na Conferência Geral

Conferência geral é sempre uma alegria, não é? Os finais de semana de conferência são sempre muito especiais pra mim, gosto de me preparar na semana para ficar bem atenta ao que é falado e captar o máximo possível.

Também confesso que sempre fico ansiosa por novidades, sejam novos líderes, novos templos ou alguma mudanças por vir. Mas claro, amo a conferência porque elas são pra mim um guia para os próximos meses e anos de minha vida, já que nos tempos atuais precisamos de MUITA inspiração e revelação para permanecermos firmes pra seguir em frente.

Mas, para quem tem crianças, é cansativo eles acompanharem tudo, então sempre tentamos fazer algo por nossos filhos. Não faço milagres, mas hoje compartilho uma ajudinha que preparei às crianças da primária de minha ala - fui recém chamada presidente - e acho que é útil pra quem quiser imprimir. É um caderninho de atividades, não apenas para colorir, mas com recursos diversos. Sei que existe algumas coisas por aí, mas tentei fazer algo completinho usando um pouco de cada recurso que encontrei. Não vai entreter durante toda a conferência, mas acho que vai ajudar um pouco.

Espero que gostem, se quiserem, tenho o pdf. Entreguei grampeado como bloquinho, de folha A5 (que é metade de um A4). O arquivo completo está todo em imagens abaixo, mas quem quiser em pdf, eu posso passar no e-mail, só pedir!

Ah, a maior parte das imagens eu peguei na própria biblioteca de imagens do site oficial sud, porém, muitas delas não estavam abrindo no português. Uma dica pra driblar o problema: no endereço da página sempre tem uma sigla da lingua (em nosso caso é "por") se isso acontecer troque por "eng" que aparece em inglês e dá certo. Como é só imagens, vc vai conseguir utilizar.

Que todos nós tenhamos uma ótima conferência!


























segunda-feira, 21 de março de 2016

Atividades significativas para fazer em família na semana da Páscoa

Chegando a Páscoa, nada melhor do que realizarmos algo especial esta semana para recordarmos de seu verdadeiro significado. Não sou contra a diversão, aos chocolates e as tradições não religiosas, mas que proporcionam boas lembranças em família, porém, nada pode ficar acima da celebração da ressurreição de nosso Salvador, e podemos fazer de forma reverente, mas também interativa e lúdica.



Aqui vão então algumas ideias para realizar algumas atividades nesta páscoa!

01. Noite Familiar LEMBRAR, AGIR E TESTEMUNHAR de Cristo.

Fazer a atividade em 3 partes:

1 - Lembrar: As cores da Páscoa. Dê uma folha com as cores seguintes para cada pessoa (pode ser uma marquinha pintada de cada cor) e peça para que as pessoas pensem como elas relembrar esse evento da páscoa. As cores são:

Verde
Vermelho
Branco
Preto
Amarelo

Em 5 min todos escrevem suas ideias, e depois a discussão pode ser feita de cada sentimento e lembrança. As diferentes ideias provavelmente lembrar todas as partes desde o sacrifício até a ressurreição. As crianças que não escrevem podem fazer junto com um dos pais ou irmãos e falarem sobre o que lembram nas cores.

2 - Agir: Como você se comporta e mostra respeito durante o sacramento. Peça a todos para que, não continuação da folha, escrevam como podem pensar em Cristo no domingo da páscoa. Foque para fazer isso da forma mais reverente no domingo mais significativo do ano. Isso pode ser compartilhado entre todos em seguida.

3 - Testemunhar: O Seu testemunho do Cristo Vivo. Primeiro, leia a declaração o Cristo Vivo (cada um pode ler um parágrafo) e em seguida, peça para que todos escrevam seu testemunho no final da folha. Não é necessário que cada um preste seu testemunho no fim, mas pode cada um fazê-lo ou peça para que cada um compartilhe este testemunho com alguém. 

Para encerramento, sugiro mostrar o video abaixo, é uma das mormon messages, e é a que eu mais me emociono e gosto, o testemunho de Cristo o Élder Holland, e é muito emocionante.



02 - Estudo Diferenciado do Cristo Vivo

A ideia original está no sugardoodle, é um desafio de aprendermos e compreendermos melhor esse testemunho tão especial dos apóstolos. Desse link:

http://www.sugardoodle.net/joomla/index.php?option=com_content&view=article&id=9556

Acho super legal que no original seja sugerido usar cores diferentes para marcar partes do texto. Mas na falta de muitas cores para todos, adaptei e assim pode ser feito:

Cada pessoa deve receber uma cópia do documento "O Cristo Vivo - Testemunho dos Apóstolos" que pode ser impressa ou comprada no templo. Perguntar se todos conhecem o texto, e se leram, o que se lembra do que ele fala.

Depois de escutar as opiniões, fazer um estudo aprofundado dele, da seguinte maneira, um lápis de cor por pessoa:

Sublinhar: todos os VERBOS ou PALAVRAS DE AÇÃO que Cristo fez (foram, andou "fazendo o bem", caminhou, curou, ensinou, etc.)

Circular: Nomes que são sinônimos ou títulos de Cristo (Criador, Jeová, Redentor, etc.)

Pintar: Quaisquer frases ou palavras que se falem como Cristo foi tratado pelos seus acusadores (preso e condenado, sentenciado a morrer, etc).

Sublinhar desigualmente (como se fosse uma onda ou cobra): quaisquer outros termos que se relacionem a história de Cristo (Nascimento, Belém, Calvário, e muitos outros!)

Por fim, discutir como eles se sentiram e o que aprenderam com este testemunho especial e se isso ajudou eles a "Virem a Cristo".

Vocês tbém pode desafiá-los a decorar o Cristo Vivo, lembrando que esta é uma sugestão de projeto de fé do Progresso Pessoal para as famílias que tem jovens. Vocês podem tbém incentivar a fazer alguma meta relacionada ao sacramento no próximo domingo, mais especial ainda de se pensar em Cristo pela Sua Ressurreição.

03 - Semana de Preparação para a Páscoa

A ideia original é fazer isso durante o mês todo, mas dá pra fazer uma atividade por dia nesta semana. A ideia saiu em uma Liahona e o link dos detalhes, atividades e escrituras estão abaixo.


É legal que dá pra ser ser bem interativo. Podemos fazer o lava pés mesmo, conversar sobre a reverência no sacramento e quem sabe até ter um pãozinho na refeição em casa, ir até um jardim falar da expiação e adaptar da melhor forma possível.

04 - A páscoa judaica

Esta é uma atividade muito legal e interativa para lembrar o real motivo da páscoa falando um pouquinho de sua origem: a primeira páscoa, realizada antes da libertação do povo de Moisés no Egito, na noite em que aconteceu a última das 10 pragas. Existem muitos simbolismos da páscoa judaica com a expiação, fiz uma ceia simbólica, como se fosse nos moldes antigos. (ps. fiz isso como uma mutual para os jovens, mas é super legal para a família, mas esqueci das fotos da atividade, estava sozinha e no fim, já tinha encerrado tudo quando vi!).

A preparação envolve:

- Roupas antigas (usamos lenços para simbolizar as vestimentas da época, é suficiente);
- Folhas amargas (agrião, radite, mas optei por rúcula, porque os primeiros às vezes eles não provam mesmo) - coloquei em potinhos só algumas folhinhas;
- Pão sírio (pão asmo);
- Carne de cordeiro, que improvisei com um hamburguer de cordeiro, mas fica a seu critério (por ser mais caro, apenas um pedacinho para cada um provar é suficiente);
- Suco de Uva.  

Para iniciar, perguntei se todos conheciam quando foi realizada a primeira páscoa. Deixem adivinhar e introduza o tópico contando que ela foi realizada no antigo Egito antes da fuga do povo israelita. A forma como a ceia da páscoa foi realizada está em Êxodo 12.

Depois você pode estabelecer uma ordem para mostrar e realizar todos os símbolos propostos. Todos podem se vestir primeiramente com as "roupas da época" com os lenções e sentarem-se a mesa, provando cada uma das partes da refeição e falar de seu significado. Dá pra ser simples ao falar com as crianças, ou daqui em diante, vocês podem ou apenas falar o que significa com 07 trechos de leitura (explicações da ocasião retiradas do manual do velho testamento do instituto, do Élder Bruce R. Mconkie para aprendermos sobre o significado de cada momento e simbolismo da ceia.

Os trechos de escritura estão no link abaixo, e no término todos podem desfrutar da refeição!


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Que seja uma páscoa mais do que especial para todos nós, celebrando a vida e a vitória sobre a morte de nosso Salvador!

sexta-feira, 4 de março de 2016

Recato: muito mais necessário do que pensamos para nossas famílias

Eu já estava pensando em falar sobre esse assunto depois de me deparar com esta Lição no Manual da Mulher SUD (uma das minhas leituras do ano), e de repente, surgiu as notícias do "vai ter shortinho", então tudo se encaixou: parece que tem sido cada vez mais urgente de se tratar desse tópico - falamos de Recato hoje por aqui.



Eu tenho pensado o quanto os padrões, conselhos e mandamentos dados por nossos líderes são inspirados. O que tenho estudado, visto e refletido é que não se trata apenas de obediência, mas de muito, muito mais por trás disso.

No caso do Recato, a minha vida mudou ao longo dos anos. Quando eu era jovem, eu nem sempre usei roupas 100% dentro do padrão. Claro que não usei nada escandaloso (eu acho, haha), mas na realidade não via muito mal, e mesmo minha família e até os líderes da época não cobravam isso de mim (o único que sempre me falava alguma coisa era meu primo, e por ser o único, eu não dava muita atenção... pelo menos a parte dele fez diferença na minha vida).

Com o tempo, na época da faculdade, eu passei a estudar melhor as escrituras, orar mais e fui sentindo que algumas mudanças deveriam ser feitas em minha vida para manter o Espírito próximo - e uma delas foi meu guarda roupa - depois de algum dia qualquer de leitura cuidadosa do Padrão de Vestuário e Aparência do Para o Vigor da Juventude. Aos poucos deixei de comprar roupas que não me sentia 100% confortável e recatada, independente de onde e o que faria, e isso foi ótimo, pois a primeira vantagem é que, depois de meus convênios no templo, deixei de usar poucas roupas que não davam para usar com os garments (só aquelas que "apareciam bem pouquinho, mas que não tinha mesmo como saber antes, a maioria blusas com mangas, mas um pouco abertas embaixo do braço - sei que não fui a única nisso).

Mas o tempo também me mostrou muito mais do que isso. Alguns pontos que quero destacar:


* O recato é uma demonstração de respeito - à Deus; e ao próximo  a si mesma também: Quando usamos roupas recatadas, é claro estamos em harmonia com os ensinamentos que o próprio Pai Celestial nos deu, e isso já é o primeiro ponto positivo. Porém, demonstramos respeito à outras pessoas quando nos vestimos adequadamente. Li um artigo bacana esses dias sobre a polêmica do shortinho na escola, onde a questão colocava que o problema maior era que as alunas não estavam demonstrando respeito ao ambiente de ensino, aos colegas e professores. Assim como não vamos à um velório de shortinho e nem à um casamento de roupa de banho, há trajes para todas as ocasiões. Não é um luxo, mas é respeito. E também incluo respeito próprio. Meu esposo comentou certa vez comigo que leu um artigo sobre algumas grandes executivas e seu sucesso, e como elas usavam sua roupa para receber respeito e seriedade em seu trabalho. Um dos truques interessantes era usar blusas e terninhos sem decotes, mas com um bonito e chamativo colar próximo ao pescoço, porque elas chamavam a atenção para aquela parte do corpo, e não para o que está mais abaixo, pois elas desejavam o respeito de seus colegas. Eu achei super interessante e muito legal o quanto nossa imagem vale sim, e nós podemos nos valorizar e termos sucesso com nosso recato.

* Meus próximos pontos são relacionados a Lição Sobre Castidade e Recato do Manual da Mulher SUD A, tem 3 parágrafos que quero destacar e comentar:


01. O profeta Brigham Young (sempre muito claro e direto) disse:

Nenhuma das minhas irmãs crê que essas modas inúteis e tolas sejam seguidas no céu; portanto, que as coisas boas e celestiais lhes sirvam de modelo para sua vida(…)”

Sim, a vestimenta pode - e deve ser - celestial. Parei para pensar no que se usa nos céus, e acho que o templo é o melhor parâmetro para isso. E não significa estar feia, mas usar uma roupa com o padrão dos céus (e tem como usar muita coisa linda, já viram as noivas do Blog A Noiva Sud? Passem lá e inspirem-se, só pra começar).


02. Sobre como decidir o que usar, temos o seguinte:

Podemos medir nossos padrões de recato, perguntando-nos: “Como me sentiria a respeito de minha roupa, se soubesse que o profeta está para visitar-me? Será que minha roupa é um bom exemplo do que uma moça ou senhora santo dos últimos dias deve usar?” Devemos praticar o recato em nosso próprio lar. Até mesmo as crianças pequenas devem vestir-se recatadamente e serem ensinadas a esse respeito.

Esse parágrafo é incrível e fala o quão é importante não apenas estarmos recatadas, mas também ensinar nossos filhos. Às vezes me bate uma dúvida em relação as roupas de crianças pequenas, com manguinhas menores e mais curtinhas. Já parei pra pensar se não estou exagerando ou se tem roupas - mesmo para os bem pequenos - que devemos ou não utilizar. Então, uso essa mesma fórmula: se eu arrumasse meu filho com esta roupa e visse o profeta ou mesmo Jesus Cristo na minha frente, ficaria tranquila ou envergonhada? E assim eu sigo a vida.

Fiquei assustada uma vez com essas roupas mães e filhas que tem sido moda por aí, tem muita coisa fofa e bacana, mas vi em um instagram materno uma mãe com as costas toda de fora de um collant, e a filha com o mesmo collant junto. E me incomodei muito, afinal, uma criança precisa ser criança, e não um mini adulto! Uma roupa daquela não acho que permita ela brincar confortavelmente, além de não ser de bom gosto mesmo. Eu respeito as decisões de cada pessoa, e cada mãe faz o que acha melhor pra si - mas que achei de mau gosto e desnecessário -  achei mesmo.


03. Sobre o que o recato provoca nas pessoas:

Somos responsáveis pelo efeito que nossos padrões de vestuário exercem sobre os outros. Tudo o que causa pensamentos inadequados ou dá um mau exemplo diante dos outros não é recato. É especialmente importante que ensinemos nossas jovens a não vestirem roupas que provoquem pensamentos inadequados nos rapazes.

Sabe, eu vejo que a bandeira de "eu uso o que eu quero e ninguém manda no meu corpo" tá cada vez mais em alta, mas que as pessoas não estão entendendo as consequências que isso pode causar. O recato precisa sim ser ensinado aos homens, que também deve demonstrar respeito às mulheres, usar roupas adequadas e tudo mais, mas eu entendo porque é um ponto tão debatido entre as mulheres: porque é mais difícil para os homens controlarem seus pensamentos nesse quesito (e é por isso que enquanto falamos muito mais de recato, eles falam muito mais de pornografia).

As mulheres que querem usar o que estão afim estão exigindo que os homens controlem seus pensamentos e ações. Não é exatamente um problema até aí, mas elas acabam se tornando - querendo ou não - provocativas e sensuais para eles, e querem que eles fiquem lá, vendo a vida passar sem reagir de forma alguma. É um instinto, que não é tão simples assim de controlar.

Sim, há homens que são fortes e corajosos, e que de alguma forma dão jeito de sair dessa, mas ainda vejo que a maioria não é assim, e começam as cantadas, as brincadeiras e gracinhas. E pior que isso, tem aquela minoria que não está nem aí, e quando vê uma mulher, especialmente aquelas que provocam desejos e tentações, ele parte pra cima, e muitas vezes contra a própria vontade da mulher. O recato nos protege muito mais do que podemos imaginar! Não estou dizendo que ainda assim não devemos tomar cuidado, porque mesmo com mulheres recatadas há casos de abusos, mas de verdade, nós temos um poder e uma influência grande sobre eles, e tenho certeza que estaremos muito mais seguras e com chances bem melhores de passar por traumas como esses quando usamos o recato em nosso favor.


Por fim, eu sou uma defensora do recato, não apenas por ser um padrão, mas pelos benefícios imensos que ele proporciona à minha vida, e feliz por conhecer esta verdade. Também desafio à todas nós a sermos defensoras dessa bandeira e de passar isso aos nossos filhos, sejam meninos ou meninas, é bom para todos, e na dúvida se a o vestuário está adequado ou não, o Espírito pode nos auxiliar, sentiremos incômodo quando estiver ruim, e tranquilidade quando estiver bom. Eu me sinto assim, e me lembro exatamente da sensação de ver meu vestido de noiva pronto: um vestido que usei em minha festa, mas que fiz questão de poder entrar com ele no templo, me sentir incrível, dentro dos padrões e a altura dos convênios que fiz para minha família eterna.

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No próximo post esse assunto tem alguma continuidade onde quero falar de castidade, mas quero as opiniões de vocês: o que você considera sobre recato em sua família?

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Nossos registros pessoais

E pensar que faz um mês e meio que não publico algo aqui, minha nossa! Eu segui até o fim do ano passado bem, com ideias e postagens a cada semana, mas, o começo do ano tem sido muito atarefado mesmo: meu volume de trabalho de minha empresa aumentou (felizmente), e também estive super envolvida na conferência de jovens do carnaval, que foi excelente com líderes ótimos, mas claro, teve muita coisa por fazer; e fiz uma cirurgia, simples, mas que exigiu alguns cuidados. Por fim estou bem e a ideia e retomar as postagens semanais: basicamente tenho vários títulos prontos, mas tem que colocar a ideia em prática, né?

Passadas as explicações, algumas semanas atrás uma amiga querida perguntou no facebook sobre como fazíamos diários, já que ela estava buscando alternativas que funcionassem bem pra ela. Vi muitas ideias bacanas, exemplos incríveis, e prometi que ia fazer um post sobre isso, porque valia a pena.

Como sabemos, somos incentivados a fazer nossa história familiar. Isso vale registrar algumas coisas do dia a dia, tirar fotos e enfim: deixar para nossa posteridade um pouco de nossa história. Muita gente tem dificuldade nisso, especialmente os homens (a maioria diz "na missão eu fazia" haha) mas quem sabe a gente pode dar uma ajudinha aos nossos maridos, pais e filhos nisso com um incentivo com o que nós mulheres fazemos.

Imagem: Freepik

Se você ainda não escreve, eu recomendo FORTEMENTE a fazê-lo. Darei dois motivos (existem muitos, mas enfatizarei esses) que pra mim são únicos:

1. Você não consegue se recordar tão bem de fatos e momentos apenas com sua memória: não tem jeito, o ser humano é falho, a gente envelhece e esquece as coisas. Não que a gente vá registrar cada detalhe da vida diária, mas alguns momentos merecem ser detalhados e alguns sentimentos e experiências - especialmente as espirituais - merecem ser lembradas. Me casei há quase 7 anos e esses dias reli o que escrevi sobre noivado, minha primeira vez no templo e os sentimentos que tive no casamento. Foi incrível, porque já havia alguns detalhes que eu não lembrava bem, e isso desperta muitas coisas boas na gente. Faça por você, não deixe impressões e ocasiões especiais se perderem no tempo. Se você registrar apenas isso, já é um grande passo.

2. Suas gerações futuras vão querer te conhecer - e vão te agradecer: eu não conheci meus avós paternos, eles falecerem quando meu pai era ainda bem jovem, e apesar dele falar algumas coisas para nós, fico na vontade de saber mais sobre eles, por eles mesmos. Por outro lado, minha avó materna escreveu diários. Ela faleceu quando eu tinha 18 anos, e apesar de ter convivido com ela em vida, eu não conheci tanto dela não: comecei a ler o que ela deixou há uns 2 anos atrás, e tem sido maravilhoso, pois tem me ajudado a fazer minha história familiar (ela tinha muitas dificuldades mas fez muito, considerando que aprendeu a ler e escrever já adulta e tinha muitas limitações), fortalecido meu testemunho e saber que mesmo 10 anos após seu falecimento eu ainda posso conhecer mais dela é incrível.Vocês não gostariam que um dia seus filhos e netos dissessem algo assim sobre vocês?


Agora vamos para a parte prática: como é que faz pra dar certo isso?

Tem aulas, recursos e manuais da Igreja que dão sugestões, mas acredito que cada pessoa deve testar o que melhor funciona pra si e fazer. Não precisa obrigatoriamente ser no papel e caneta, mas cada um faz o que melhor se adaptar, o conteúdo é o que importa.

Mas aqui vai uma lista de sugestões rápidas:

* Cadernos variados - no bom e velho papel e caneta, com sua própria letra e bem pessoal;

* Blog privado, bloco de notas ou online de alguma forma - tem a vantagem de colocar fotos das redes e dispositivos móveis, além de poder escrever em vários lugares. A maioria das pessoas consegue escrever mais rápido também - eu aderi um blog privado desde 2011 e funciona legal no MEU caso.

* Canal de video ou gravação de audio: por que não contar sua história falando? Pode ser mais rápido ainda, só tem que se organizar para gerenciar os arquivos pra não pesar e talvez perder a vergonha de fazer assim!

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Além disso, vale criar recordações de formas diversas: álbuns de fotos - incluindo específicos, eu estou com um projeto de fazer um fichário com uma página para cada viagem em família que fizermos - certificados, bilhetes e cartas, presentes significativos, e por aí vai. Isso é bem bacana de recordar, e dá pra resumir, e assim você pode destinar mais tempo para escrever sentimentos e impressões sagradas, coisas que fizeram uma diferença real dentro de você.

Com certeza tem mais maneiras, mas por fim, tem 2 considerações finais que gostaria de deixar:

1. Arrume um tempo semanal para isso: coloque na sua rotina como se fosse algum compromisso pessoal mesmo, mas não deixe acumular ou esquecer, o tempo passa, e depois não é a mesma coisa. Mesmo que sejam 10 minutos por semana, você vai parar, pensar no que aconteceu naqueles dias, não se deixe esquecer!

2. Não importa o jeito, o que importa é o conteúdo: seu português tem muitos erros? Você não escreve ou fala bem? Você não sabe se a forma como faz não é muito legal? Acredite, suas gerações não se importarão com isso. A letra da minha vó é bem difícil de entender MESMO, e sua gramática está cheia de erros, mas... a VIDA dela tem um significado muito maior, imenso pra mim, e isso é o que mais importa. Estes "problemas" não são nada comparado ao seu legado.

Como você faz sua história familiar? Mais dicas serão bem vindas para próximo post com todas elas quem sabe?

Se você não faz, consegui te convencer?

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Dicas para emagrecer... melhor: para manter-se em forma e saudável


Começou o ano e o que a maioria das mulheres (e alguns homens também) tem deseja é emagrecer, mesmo que seja um pouquinho. 

Claro que é bom (também estou na fila) porém, mais do que isso, é importante nós nos mantermos bem, inclusive para cuidar melhor de nossa família (fiz um post sobre isso, se quiser leia aqui). Isso inclui nossa saúde mental, espiritual, e claro, física! Então, se decidirmos ficar mais magrinhas(os) é bom fazermos de forma correta e definitiva.

Fonte: Free Stock


Eu me cadastrei em um portal que recebo newsletters por e-mail, que fala sobre emagrecimento e saúde. Tem coisas boas no geral, mas este artigo me chamou bastante atenção, por isso, decidi compartilhar aqui, afinal também gosto de compartilhar o que é útil! 

Espero que gostem e façamos deste um ano saudável.

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Fonte: Adaptado de Mundo Boa Forma

O que acontece com todo mundo que emagrece de maneira definitiva? Qual o jeito mais fácil de obter os melhores resultados? 

Para você que quer um caminho eficaz para emagrecer nesse novo ano, sem remédios, suplementos ou fórmulas mirabolantes, veja essas dicas para ativar a queima de gorduras. 

Vamos falar agora sobre as estratégias que NÃO FUNCIONAM e também sobre as que REALMENTE FUNCIONAM para emagrecer de forma definitiva.

As Piores Estratégias Para Emagrecer

Existem 4 estratégias furadas que as pessoas mais usam para emagrecer:

1 – Entrar na nova dieta da moda – Ah, tou fazendo a dieta do cubo mágico que seca 7 quilos em uma semana….¨

Quanta inocência! E depois dessa semana ou mês, o que você faz? Volta a comer o que comia antes e engordar os quilos que perdeu de volta e mais um pouco. O que você aprendeu sobre alimentação saudável e emagrecedora? Nada!

2 – Comer menos – ¨Vou tomar vergonha na cara e fechar a boca!¨

É tão eficaz quanto tentar parar de respirar. Ficar com fome é muito ruim! Você fica frustrado, sem energia e meio deprimido, e ainda desconta a frustração depois na comida. É pedir pra ter um efeito rebote e engordar mais do que antes.
3 – Exercícios em excesso – ¨Vou enfiar a cara na academia! No pain, No gain!¨
Pra manter o corpo em uma alimentação ¨saudável¨ sem gorduras e rica em carboidratos, você vai ter que se matar na esteira e malhar mais do que o necessário pra ganhar músculos. A coisa deixa de ser prazerosa e passa a ser uma tortura.
E se você tiver que parar por qualquer motivo, ou por que machucou, ou por que anda com dificuldade de se recuperar, ou etc. A sua alimentação ¨saudável¨, que na verdade é catabólica, vai minar rapidamente os seus ganhos.
Melhor se dedicar ir na academia e fazer só o que você precisa fazer pra ter ótimos resultados sem se torturar. ¨No Brain, No Gain!¨

4 – Usar remédios/queimadores - ¨Estou tomando o novo LIPOEXTERMINATOR 3000, o queima gorduras das celebridades!¨
É uma atitude inconsequente. Já vi pessoas tomarem termogênico e depois de um mês, estarem idênticas ou com ainda mais gordura do que antes. Com riscos de colaterais. Não existe um só remédio que combata a causa do seu excesso de peso.
A causa pela qual você ganhou gordura é a falta de conhecimento real sobre como os alimentos agem sobre sua saúde física e mental.

Sem esse conhecimento, também não existe reeducação alimentar que funcione a longo prazo.

Bom, se o que você está fazendo não está funcionando, é preciso melhorar.
O que funciona, a longo prazo?

Os 3 Passos Para Se Emagrecer de Maneira Definitiva:

Ou pra ter sucesso em qualquer área da vida =) Vamo lá:

1 – Conhecimento - Aprender aquilo que realmente funciona.
Pra emagrecer de vez, você precisa pensar no que funciona de verdade e melhor a longo prazo. Por isso, além de claro, seguir o que já aprendemos coma palavra de sabedoria, busque profissionais, e no mínimo, artigos, sites, livros e produtos embasados com a melhor evidência científica disponível.

2 – Dedicação - Adaptar o que você aprendeu pra sua realidade até que tenha resultado.
Existe uma curva de aprendizado. É necessário aprender e adaptar aquilo que você aprendeu até que comece a ter resultados.
Pra maioria é bem fácil, já alguns tem que investigar para descobrir que está atrapalhando o próprio emagrecimento.
É necessário se dedicar, por que se você desiste antes de fazer funcionar, perde todo o desenvolvimento futuro, que vem com a…
3 – Persistência - Continuar dedicando, colhendo resultados e aprendendo.
Aqui é que vem a melhor parte. Por que os melhores benefícios não são o emagrecimento inicial. São os benefícios que você vai ter com 1, 2, 10, 20 ou 50 anos fazendo a coisa CERTA. As coisas continuam melhorando!

Tome uma atitude nesse novo ano e vá no caminho eficaz e seguro para o emagrecimento permanente. 

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Metas pessoais e familiares

O ano começou, e muitas de nós pensam em metas para o novo ano, certo? Eu faço isso e é muito bom, afinal precisamos ter objetivos em nossa vida, e metas ajudam-nos focar no que realmente precisamos alcançar, em meio a distrações que surgem ao longo das semanas e meses. Pra mim funciona exatamente assim e com elas consigo retornar meu rumo.



Ontem tivemos uma aula inspiradíssima na Soc Soc sobre isso, está no manual da Mulher Sud B e recomendo muito a leitura e estudo.

https://www.lds.org/manual/the-latter-day-saint-woman-basic-manual-for-women-part-b/041?lang=por

Alguns pontos que me chamaram a atenção:

Todas as férias bem-sucedidas são, em grande parte, o resultado de metas.

Os objetivos dão propósito e direção a nossos atos. 

Nossa meta é conseguir a vida eterna. Essa é a meta mais importante do mundo.

O Presidente Kimball recomendou que estabelecessem metas que exigissem esforço para serem alcançadas. (…) “O desenvolvimento vem do estabelecimento de metas elevadas e de se tentar alcançar as estrelas.”

Embora cada uma de nós seja única, nossa meta principal na vida deveria ser a mesma: sermos dignas de alcançar a exaltação no reino celestial e viver com Deus como parte de Sua família eterna. 

Antes de estabelecer metas, devemos orar e meditar, bem como pedir ao Pai Celestial que nos ajude a saber quais são nossas fraquezas, em que precisamos melhorar e quais deveriam ser nossos objetivos. Nossa bênção patriarcal nos ajudará a compreender quais devem ser nossos ideais. As instruções dos líderes religiosos podem ajudar-nos a estabelecer metas. 

Além das metas individuais, devemos falar com nossa família e estabelecer metas a serem alcançadas em conjunto. Podemos tentar alcançar metas individuais e familiares ao mesmo tempo. Com a família, podemos estabelecer uma meta geral, para aumentar o amor, paz e felicidade no lar.

(As pessoas) precisam comprometer-se consigo mesmas, anotando suas metas e fazendo um registro do cumprimento de suas realizações”

Nossos objetivos são alcançados como resultado de planejamento, esforço e oração. Devemos lembrar-nos de que não falhamos, enquanto nos esforçamos para alcançá-los. 

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O que mais achei interessante mesmo foram as metas familiares, e nunca tinha pensado em fazer algo assim, esse ano colocarei em prática!

Já fizeram suas metas para 2016? Compartilhem suas metas para ajudarmos umas as outras, especialmente aquelas que vão ajudar as mães SUD e suas famílias em seus objetivos eternos!

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

A amamentação e a Igreja

Sabe, a amamentação sempre tem sido assunto de discussão nos últimos tempos, especialmente o fato de amamentar ou não em público. Não vou discutir o fato de quem pode, quer, deve ou a decisão de amamentar ou não, mas a questão sobre a amamentação dentro da Igreja.

Falamos tanto de recato e modéstia, sabemos os padrões e tudo mais. Sabemos que, amamentar em público é permitido, muitas preferem se cobrir, muitas não, é uma decisão pessoal, mas aí nós vamos à Igreja e sabendo não apenas dos padrões, mas de ser um local de adoração à Deus e respeito, seria adequado fazer o mesmo que é feito em locais como o shopping ou um parque.

Pensei nisso, e resolvi pesquisar um pouquinho sobre o assunto, e encontrei algumas coisas bem interessantes,vamos lá:

1. Não existe nada específico da liderança geral da Igreja - leia-se Manual - que fale como devemos amamentar na capela. Entendo então que cada mãe faz como acha melhor. Existe sim um fraldário nas capelas novas que possuem uma cadeira de amamentação, o que é ótimo, mas além de capelas antigas, como a minha, não terem esse recurso, é apenas uma, e se tem duas mães na ala com 2 bebês com fome, já tem que encontrar outro lugar né. E tem conferência de estaca... ri e imaginei como deve ser na conferência de estaca em Utah com 1 cadeira dessas, mulherada vai sair no tapa se depender disso, hahaha.

2. A Igreja apoia a amamentação. No Manual Básico da Mulher SUD menciona que (as fontes de todos os links que eu compartilhar estarão no fim do post):


"Nosso Pai Celestial fez o corpo da mãe de modo que possa produzir leite. Esse leite foi feito para uso especial dos bebês, e é melhor que o leite de animais. O primeiro fluido que sai do peito materno depois que o bebê nasce também é muito importante, pois contém substâncias que ajudam a protegê-lo de doenças durante os primeiros meses.
Às vezes, por motivos de saúde, a mãe não pode amamentar seu filho no seio. Pode ser usado então o leite de vaca, cabra ou em pó, mas o cuidado deve ser maior no sentido de conservá-lo livre de germes. Sempre que puder, a mãe deve amamentar seu bebê, e a dieta por ela usada é de influência na quantidade de leite que ela produz. A mãe que come alimentos saudáveis e bebe bastante água, geralmente produz leite suficiente para o seu filho".
Simples e claro, fomos feitas para amamentar. Pode acontecer de não conseguirmos por motivos diversos, mas somos aconselhadas a fazê-lo se temos condições para isso.

3. A amamentação na Igreja acontece desde tempos antigos, e há inclusive obras de arte que retratam isso (encontrei até um blog com poucas, mas algumas gravuras, que falam disso. Este é o detalhe de uma reunião de uma pintura sobre um discurso que Brigham Young prestava. A mulher amamenta, sem "paninhos" ou capas seu filho, ouvindo o profeta. Pessoalmente acho uma imagem bonita.


4. Apesar das referências serem todas favoráveis a amamentação, aconteceu pelo menos um caso de uma mulher abordada pela sua liderança sobre amamentar na capela, falando justamente sobre falta de recato, e que ameaçou perder a sua recomendação ao templo por isso. Obviamente muitas demonstraram apoio a mãe em questão e virou notícia. O que é fato ou boato eu não dá pra ter certeza, apenas um líder da Igreja foi entrevistado sobre o fato e comentou que milhares de mães foram acomodadas por gerações na Igreja, pelo simples fato de observar o bom senso, discrição e respeito, e que este incidente específico não chegou ao Escritório da Igreja.

Minha experiência e opinião PESSOAL

Cobrir-se ou não, e sair ou não de onde está, quando amamentar, é algo muito pessoal, e cada mulher decide o que faz, e onde faz. Eu amamentei por 1 ano de 1 mês, não tinha problemas de amamentar em público e mesmo na capela, mas inicialmente preferia usar uma capa, me sentia a vontade. Com o tempo, o Mateus não curtia a capa, e eu também comecei a não achar muito legal (afinal quem de nós coloca um lençol na cabeça pra comer), e preferi usar um pequeno pano de boca para cobrir um pouquinho do meio seio e limpar às vezes algum leite, ficava prático, não cobria o Mateus, apenas o que eu queria, e assim foi até os últimos dias. Nunca usei uma sala separada para isso.

Felizmente, nunca sofri nenhum tipo de discriminação por amamentar na capela. Eu ia às mutuais com o pequeno e lá o amamentava, durante a sacramental e aulas também (achava ótimo aliás nesse horário, conseguia ouvir os discursos, anúncios e tudo mais com tranquilidade) e as pessoas conversavam comigo numa boa. Percebia que alguns homens não falavam comigo por terem um certo receio, e convenhamos, não é que eles sejam contra, mas ficam um pouco com mau jeito, especialmente aqueles que ainda não são pais. Acho que é apenas uma questão de maturidade, e não preconceito, e cada espera o momento que acha mais adequado.

Mas se devemos ou não fazer isso, minha opinião final é: faça o que você sabe ser o correto para você e seu bebê. Esperar para fazê-lo apenas em casacom bebês pequenos não acredito ser a melhor solução, afinal ficamos 3h aos domingos na capela (ou mais quando tem ensaios ou reuniões extras de liderança) e ele deve ficar com fome. Agora, se você preferir fazê-lo no fraldário ou longe das pessoas, ok se você se sente mais a vontade. Se quiser ouvir as mensagens e aproveitar este momento, ok também porque não?

Falta de recato? Discordo. A maternidade tem o maior valor nos céus, certo? Porque um ato tão bonito e de amor de uma mãe com seu filho seria considerado fora de padrões? Não vejo nada de sedutor em amamentar, é apenas uma boa mãe alimentando seu filho. Achei uma citação bacana em uma das referências sobre modéstia do profeta Gordon B. Hinckley que, traduzindo, diz: '' Eu não estou pedindo para você ser púdica. Estou pedindo para você ser virtuosa, e penso que há uma vasta diferença entre as duas".

Por fim, penso que: se Jesus Cristo estivesse na minha frente para conversar, e eu precisasse amamentar meu filho, eu o faria? Com certeza, mesmo "sem capinha".

Devia ter mais fotos minhas amamentando, esta é a única, pega no click surpresa que a minha querida Vivian (eu devia estar no mínimo com menos cabelos na cara), quem sabe no próximo, né?


O que vocês pensam sobre amamentar na Igreja?

Links de referência:

https://www.lds.org/manual/the-latter-day-saint-woman-basic-manual-for-women-part-a/031?lang=por

Meu favorito: http://thegiftofgivinglife.com/breastfeeding-and-modesty/

http://ldsbreastfeedingart.blogspot.com.br/

http://archive.sltrib.com/story.php?ref=/sltrib/lifestyle/55921668-80/breast-mormon-church-women.html.csp

http://fox13now.com/2013/02/24/breast-feeding-in-lds-church-creates-controversy/