Hoje acordei 5h30 com a "fala" de meu bebê, que está crescendo tão rápido. Peguei-o para amamentar e no sossego da madrugada comecei a pensar. É fim de semana de dia das mães e não sei exatamente porquê, comecei a pensar o que a maternidade fez na minha vida. E me deu vontade de escrever então...
Vocês sabem que o desejo de ser mãe não veio tão rápido pra mim. O Pai Celestial sabia tanto disso que, em minha benção patriarcal está escrito "A maternidade tem o maior valor nos céus, e isso é desejável de Deus para ti". Mas, o tempo é sábio, e hoje sou mãe de 2 meninos e não posso imaginar minha vida sem eles.
A maternidade me mais forte. De encontrar formas de atender meus filhos mesmo eu estando exausta, doente ou triste. Quando antes eu achava que algo deveria ser feito por mim, me esqueço disso simplesmente porque eles precisam que eu esteja lá para atendê-los.
A maternidade me fez dar mais valor, muito mais valor, à minha mãe. Eu não conseguiria entender de outra forma a não ser tendo a mesma experiência que ela.
A maternidade me fez julgar menos e ter empatia. Eu me incomodava com pais e mães que não agiam ou faziam determinadas coisas, onde hoje eu solidarizo e se posso, ofereço ajuda quando a situação está difícil. Ser mãe é incrível, mas não é uma missão fácil para ninguém em muitos momentos.
A maternidade me fez pedir demissão, e trabalhar de uma forma diferente. E perceber que cada mãe passa por decisões e momentos difíceis ao conciliar carreira e família. E seja qual for sua opção, você vai ser questionada por ela. Mas, como a maternidade nos torna mais fortes, conseguimos seguir em frente para tomar as melhores decisões para nós.
A maternidade me fez enxergar melhor que a felicidade está sim nas pequenas coisas. Que viver com menos não nos faz piores. Na realidade, a mudança veio para melhor, e por termos menos, consegui ver o mais das coisas simples da vida. E como elas são boas.
A maternidade me fez dormir menos, muito menos. E antes isso era motivo de caos. Mas incrivelmente conseguimos até driblar o sono, e para mim, isso é um super poder.
A maternidade me fez cozinhar. E quem me conhece sabe que isso não tem nada a ver comigo. Mas a necessidade veio, e bem... eu me viro melhor do que imaginava.
A maternidade me fez orar mais, por mim e sempre por eles.
A maternidade me fez cantar mais. É uma dose diária de hinos, cantigas de roda, música de desenhos e músicas que eu gosto, e fico feliz de meus filhos curtirem junto comigo.
A maternidade me fez mais criativa, e tenho uma dose diária de inspiração por brincar e aproveitar o meu tempo com eles.
A maternidade me fez arranjar tempo. E consigo fazer absurdamente mais coisas do que fazia antes em um espaço de tempo que era impossível antes.
A maternidade me fez ter mais coragem, de enfrentar um pouco de tudo e vencer vários leões por dia.
A maternidade me fez amar muito mais, eu não imaginava que cabia tanto amor dentro de mim.
A maternidade é a maior prova da preciosidade do ensinamento do Salvador de servir e esquecer-se de si mesmo, porque, acima de tudo, isso nos faz feliz. Essa felicidade é o sentimento mais doce que pode existir.
Que a maternidade, seja você sendo mãe, sentindo-se mãe ou de alguma forma tendo ela ao seu redor, seja tão boa para você como para mim. Feliz Dia das Mães!
Mostrando postagens com marcador Diversos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Diversos. Mostrar todas as postagens
sábado, 13 de maio de 2017
segunda-feira, 12 de dezembro de 2016
Obrigada! (e o André está chegando)
Sabe, eu adoro este espaço. O maternidade SUD não é gigantesco, nem tem milhares de seguidores, e muitas vezes fico frustrada em não poder manter a página e escrever tudo o que eu gostaria. Mas a vida tem sido extremamente corrida MESMO, e como é algo voluntário, já pensei em deixar desistir do blog para me dedicar à outras coisas.
Mas aí tem muitas pessoas incríveis que, mesmo sem conhecê-las pessoalmente, foram ajudadas por algo que sugeri ou escrevi. E isso é tão legal. Já recebi e-mail com uma pessoa que estava extremamente frustrada e confusa, leu um de meus textos por acaso, e comentou que foi um grande alívio enxergar tudo por um lado diferente, agradecendo demais. Até o maridão recebeu elogios: um ex companheiro de missão dele encontrou um dos artigos, usou em sua ala, sua esposa e líderes de sua estaca usaram o artigo também, e depois viu que eu escrevi e disse que ele era muito abençoado de ter a esposa que tinha (confesso que fiquei surpresa, e "me achando" um pouco, hahaha) mas o mais legal de tudo isso é: como é bom saber que podemos nos ajudar.
Lembro e penso também que somos pessoas que também vivem correndo, tem família, emprego, chamados, estudos, problemas e dificuldades... então, agradeço de coração pela paciência e, mesmo demorando muitas vezes um tempão pra atualizar ou postar algo de bom, eu realmente faço o que posso e quero continuar da forma que puder.
Me perdoem por não fazer mais, sempre vou tentar fazer o máximo possível.
E além disso, o André está chegando. E se vc não sabia, é nosso segundo bebê =) pode ser em dezembro ou janeiro, então teremos uma virada de ano na expectativa, ou já vivendo a novidade de mais um filho. Estamos animados, ansiosos, e espero poder contar um pouco mais disso no blog futuramente.
Tiramos algumas fotinhos da gestação, então, se eu demorar um pouco aqui, é por um bom motivo!
Desejo desde já um natal maravilhoso e um ano novo incrível para vocês e suas famílias. Que 2017 seja um ano de muitas bençãos e superação!
Mas aí tem muitas pessoas incríveis que, mesmo sem conhecê-las pessoalmente, foram ajudadas por algo que sugeri ou escrevi. E isso é tão legal. Já recebi e-mail com uma pessoa que estava extremamente frustrada e confusa, leu um de meus textos por acaso, e comentou que foi um grande alívio enxergar tudo por um lado diferente, agradecendo demais. Até o maridão recebeu elogios: um ex companheiro de missão dele encontrou um dos artigos, usou em sua ala, sua esposa e líderes de sua estaca usaram o artigo também, e depois viu que eu escrevi e disse que ele era muito abençoado de ter a esposa que tinha (confesso que fiquei surpresa, e "me achando" um pouco, hahaha) mas o mais legal de tudo isso é: como é bom saber que podemos nos ajudar.
Lembro e penso também que somos pessoas que também vivem correndo, tem família, emprego, chamados, estudos, problemas e dificuldades... então, agradeço de coração pela paciência e, mesmo demorando muitas vezes um tempão pra atualizar ou postar algo de bom, eu realmente faço o que posso e quero continuar da forma que puder.
Me perdoem por não fazer mais, sempre vou tentar fazer o máximo possível.
E além disso, o André está chegando. E se vc não sabia, é nosso segundo bebê =) pode ser em dezembro ou janeiro, então teremos uma virada de ano na expectativa, ou já vivendo a novidade de mais um filho. Estamos animados, ansiosos, e espero poder contar um pouco mais disso no blog futuramente.
Tiramos algumas fotinhos da gestação, então, se eu demorar um pouco aqui, é por um bom motivo!
Desejo desde já um natal maravilhoso e um ano novo incrível para vocês e suas famílias. Que 2017 seja um ano de muitas bençãos e superação!
quinta-feira, 19 de maio de 2016
O Papel da Mulher e a Igualdade de Gêneros
Atualmente, ao mesmo tempo que, nós mulheres,
recebemos mais direitos, oportunidades e bênçãos, também ganhamos mais
desafios, mais responsabilidades e mais fardos sobre nossos ombros, afinal,
quantas de nós não precisam dar conta casa, família, trabalho, responsabilidades
– e ainda nossos chamados na Igreja?
![]() |
| Imagem: Freepik |
E não me refiro apenas às casadas com filhos: há
muitas solteiras que assumem a liderança da casa por doença ou problemas dos
pais; há viúvas e avós que ajudam e cuidam não apenas seus filhos, mas de
sobrinhos e netos diariamente ao invés de curtir a fase pós criação – e muitas
ainda também trabalham fora; há esposas que não engravidaram, muito desejaram,
buscam essa oportunidade, também trabalham incansavelmente e suas profissões ao
longo do dia, e ainda assim fazem projetos de serviço, assumem responsabilidades
de outros familiares, e por aí vai... a grande maioria das mulheres que
conheço, especialmente dentro de evangelho, tem sido batalhadoras: o mundo hoje
não dá trégua pra ninguém.
E por isso, me leva a pensar que tipo de igualdade
vivemos. Eu ainda vejo muita desigualdade dentro de todos os diretos e
oportunidades que o mundo já oferece, me dá uma falsa impressão de que: termos
o direto à realizar determinadas coisas é muito bom e uma conquista, mas quando
você vive essas situações na rotina diária, percebe que a carga é enorme, e que
a felicidade e a “liberdade” não estão tão ligadas à isso.
Felizmente, quanto mais eu estudo sobre o papel da
mulher dentro do plano de salvação e do evangelho, percebo a igualdade que Deus
– em sua perfeição – proporciona à todos os seus filhos. E reconheci que essa
igualdade não vem de executar exatamente as mesmas tarefas, e sim de entender o papel que
cada gênero – homem e mulher – possui, afinal, fomos criados diferentes, e por
assim ser, há papeis e características que são da natureza da de cada um. A mulher, por exemplo, costuma lidar melhor no
trato com crianças (e digo por experiência própria, mesmo que você ache que
não, mas lá no fundo todas nós temos um instinto materno, mesmo quando ainda não somos mães, e também não estou dizendo que os homens não são bons, mas o instinto feminino é maior). Os homens são melhor com o fato de não se importar tanto com
pequenos problemas e desavenças, e assim lidarem melhor com stress e pressões
da vida profissional e familiar. Já viram como eles conseguem deixar as
“bobagens” de lado, enquanto às vezes fazemos uma tempestade em copo d’água
pela mesma questão? Não digo que não existem exceções, mas a nossa natureza é assim, eu realmente enxergo
isso na maioria.
Considerando as diferenças de características e propósitos, os papeis que aprendemos no evangelho poderiam ser simples de compreender. Mas, os questionamentos dentro do evangelho existem, com alguns pontos que vocês devem saber e conhecer, como:
- As mulheres não podem receber o sacerdócio;
- As mulheres não assumem chamados de liderança na
Igreja, como designações de bispado, presidência de estaca, e mesmo setenta,
patriarca, apóstolos e como profetas.
- As mulheres são incentivadas à ficar em casa com
os filhos, e tem basicamente esta opção, enquanto os homens podem escolher profissões e atividades diferentes e se desenvolverem de maneiras diversas.
E vocês podem citar outras mais provavelmente.
Eu enxergo isso de maneira diferente, afinal,
porque precisamos tanto fazer a mesma coisa que os homens, se nosso papel e
natureza são diferentes que os deles? Não estou dizendo que é para permitir
submissão, aguentar o que mandarem (até porque já sabemos que um homem deve
presidir organizações e suas famílias com amor e retidão, bons homens não saem
mandado), e nem pra jogar pro alto direitos já conquistados pelas mulheres, nada disso. Mas, quando conhecemos, exercemos e entendemos o papel que
Deus designou às mulheres, encontramos alegria e muito amor, nesta jornada. Se
duvida, faça o teste, você pode se surpreender, como eu me surpreendi.
Eu estava com um grande foco em minha adolescência
e início da idade adulta APENAS na carreira profissional, mas hoje, entendo que há
tempo para tudo, e que meu tempo é melhor gasto dedicando mais atenção na família. Não deixo também de ter uma profissão, trabalho em meu próprio negócio, me organizo e divido o tempo para isso, mas não é agora a parte mais importante
da minha vida.
Não devemos esquecer também que as obrigações
masculinas também exigem fardos pesados. Como um pai se sente em relação à sua
família quando passa dificuldades financeiras? E longe de mim querer ter um
cargo como de bispo ou de autoridade geral como os homens podem ser chamados:
acredito que as esposas destes homens devem entender melhor o quão difícil é
ver seu marido chegar preocupado, cansado e abatido devido a quantidade de
questões complicadas para serem resolvidas.
Homens e mulheres são diferentes. Ambos passam por
provações e problemas, cada um dentro de sua realidade. Não temos que competir,
mas colaborar uns com os outros, e aliviar os fardos uns dos outros, sejam
nossos esposos, pais, amigos ou mesmo desconhecidos.
Acima de tudo: somos todos iguais diante de Deus, e isso é o ideal para todos, não é?
O que a igualdade
significa para você?
terça-feira, 29 de março de 2016
Caderno de Atividades para Crianças na Conferência Geral
Conferência geral é sempre uma alegria, não é? Os finais de semana de conferência são sempre muito especiais pra mim, gosto de me preparar na semana para ficar bem atenta ao que é falado e captar o máximo possível.
Também confesso que sempre fico ansiosa por novidades, sejam novos líderes, novos templos ou alguma mudanças por vir. Mas claro, amo a conferência porque elas são pra mim um guia para os próximos meses e anos de minha vida, já que nos tempos atuais precisamos de MUITA inspiração e revelação para permanecermos firmes pra seguir em frente.
Mas, para quem tem crianças, é cansativo eles acompanharem tudo, então sempre tentamos fazer algo por nossos filhos. Não faço milagres, mas hoje compartilho uma ajudinha que preparei às crianças da primária de minha ala - fui recém chamada presidente - e acho que é útil pra quem quiser imprimir. É um caderninho de atividades, não apenas para colorir, mas com recursos diversos. Sei que existe algumas coisas por aí, mas tentei fazer algo completinho usando um pouco de cada recurso que encontrei. Não vai entreter durante toda a conferência, mas acho que vai ajudar um pouco.
Espero que gostem, se quiserem, tenho o pdf. Entreguei grampeado como bloquinho, de folha A5 (que é metade de um A4). O arquivo completo está todo em imagens abaixo, mas quem quiser em pdf, eu posso passar no e-mail, só pedir!
Ah, a maior parte das imagens eu peguei na própria biblioteca de imagens do site oficial sud, porém, muitas delas não estavam abrindo no português. Uma dica pra driblar o problema: no endereço da página sempre tem uma sigla da lingua (em nosso caso é "por") se isso acontecer troque por "eng" que aparece em inglês e dá certo. Como é só imagens, vc vai conseguir utilizar.
Que todos nós tenhamos uma ótima conferência!
Que todos nós tenhamos uma ótima conferência!
quarta-feira, 13 de janeiro de 2016
Dicas para emagrecer... melhor: para manter-se em forma e saudável
| ||||
| ||||
|
quinta-feira, 12 de novembro de 2015
Estar bem por eles
Estes dias estava conversando com uma amiga querida que precisou tomar uma decisão difícil porque precisa cuidar de sua saúde. Ela me falou algo que me tocou bastante: preciso estar bem para cuidar das minhas filhas.
E ela estava certíssima e me levou a pensar e tomar algumas decisões... e a escrever este post.
Quando eu tinha uns 12 anos (e isso é o que eu me lembro, se não for antes) sempre espirrei muito. Vivi todos os anos com dores de cabeça, coriza, resfriados e gripes constantes, até mesmo no verão pegava dessas, mas... nunca fui descobrir a real causa e fazer um tratamento. Fiquei com "é algum tipo de rinite" e não fiz nada por isso. Tive dias bem ruins, mas sempre sendo a "fortona" achando que ia dando um jeito, levando "nas coxas".
Convivi com isso até hoje, passados tantos anos, mas quando meu filho começou a apresentar sintomas assim, já falei com a pediatra, fizemos exames e até cirurgia de remoção de adenoide (ele tinha muito) ele fez e isso o ajudou a respirar e dormir melhor. E depois de tudo isso ter acontecido e de ter escutado da minha amiga que "precisamos estar bem para cuidar deles" eu decidi que já estava mais do que na hora de ver e tratar isso que tenho, e fui na minha primeira consulta ao otorrino semana passada, finalmente.
Não sei explicar exatamente o porquê de não ter visto isto antes, já que tenho condições para... talvez preguiça, falta de tempo por não me organizar, sei lá... só sei que eu preciso estar bem - de todas as maneiras e em todas as necessidades, para cuidar da minha família. E acho que todas nós temos que buscar isso.
Meu problema, felizmente, é muito pequeno comparado a tantos outros de tantas outras mulheres valorosas que conheço - e não conheço. E cada uma de nós tem problemas diferentes, que desafiam nossas vidas. Não importa se é financeiro, emocional, pessoal, ou seja o que for. Muitas vezes apenas pensamos no bem estar dos outros. É algo maravilhoso, mas, não podemos esquecer que, se nós não estivermos bem, nós não conseguimos ajudar, cuidar e servir, a família e ao próximo. E todas nós merecemos estar bem.
Um exemplo clássico: se você está num avião e cai a máscara devido a cabine despressurizada (nunca conheci ninguém que usou, mas melhor não né), pede-se para colocar primeiro em você, e depois no filho ou pessoa ao lado. Se você desmaiar, ninguém fica bem, não é? Bombeiros e médicos usam este método em situações de emergência: eles precisam estar bem e seguros para poder conseguir socorrer outras pessoas com as habilidades que as pessoas que não são profissionais não possuem.
E convenhamos que isso vem totalmente de encontro com os ensinamentos de autossuficiência que tanto escutamos de nossos líderes. Precisamos buscar nossa autossuficiência material, emocional e espiritual para poder cuidar e servir, não é? Muito melhor pagarmos o fundo de jejum do que utilizarmos ele, não concordam?
Entendo que cada situação é diferente, mas desafio a mim (já comecei minha parte) e à vocês a cuidarem de seu bem estar.
- Se algo em sua saúde está te incomodando, marque uma consulta, mude hábitos, busque melhorar.
- Se suas finanças não estão em ordem, encontre meios de economizar, trabalhar em algo diferente, conseguir mais dinheiro de uma forma digna, mesmo precisando se reorganizar ou trabalhar mais.
- Se você não está emocionalmente bem, procure profissionais e mesmo seu bispo e lideranças. Alguma maneira de consolar e ajudar vai surgir.
- Se você sente-se mal espiritualmente, seja por algum pecado ou algo de errado, o perdão existe para todos. Ore e peça a Deus para guiar suas ações, e assim se livrar deste fardo.
- Seja qual for o problema, busque ajuda, para um dia você poder ajudar também.
Desejo que todas mães e famílias SUD possam ESTAR BEM, para que possamos fazer mais por nossos esposos, filhos e ao próximo de modo geral!
E ela estava certíssima e me levou a pensar e tomar algumas decisões... e a escrever este post.
| Um dia em que eu estava realmente bem! |
Quando eu tinha uns 12 anos (e isso é o que eu me lembro, se não for antes) sempre espirrei muito. Vivi todos os anos com dores de cabeça, coriza, resfriados e gripes constantes, até mesmo no verão pegava dessas, mas... nunca fui descobrir a real causa e fazer um tratamento. Fiquei com "é algum tipo de rinite" e não fiz nada por isso. Tive dias bem ruins, mas sempre sendo a "fortona" achando que ia dando um jeito, levando "nas coxas".
Convivi com isso até hoje, passados tantos anos, mas quando meu filho começou a apresentar sintomas assim, já falei com a pediatra, fizemos exames e até cirurgia de remoção de adenoide (ele tinha muito) ele fez e isso o ajudou a respirar e dormir melhor. E depois de tudo isso ter acontecido e de ter escutado da minha amiga que "precisamos estar bem para cuidar deles" eu decidi que já estava mais do que na hora de ver e tratar isso que tenho, e fui na minha primeira consulta ao otorrino semana passada, finalmente.
Não sei explicar exatamente o porquê de não ter visto isto antes, já que tenho condições para... talvez preguiça, falta de tempo por não me organizar, sei lá... só sei que eu preciso estar bem - de todas as maneiras e em todas as necessidades, para cuidar da minha família. E acho que todas nós temos que buscar isso.
Meu problema, felizmente, é muito pequeno comparado a tantos outros de tantas outras mulheres valorosas que conheço - e não conheço. E cada uma de nós tem problemas diferentes, que desafiam nossas vidas. Não importa se é financeiro, emocional, pessoal, ou seja o que for. Muitas vezes apenas pensamos no bem estar dos outros. É algo maravilhoso, mas, não podemos esquecer que, se nós não estivermos bem, nós não conseguimos ajudar, cuidar e servir, a família e ao próximo. E todas nós merecemos estar bem.
Um exemplo clássico: se você está num avião e cai a máscara devido a cabine despressurizada (nunca conheci ninguém que usou, mas melhor não né), pede-se para colocar primeiro em você, e depois no filho ou pessoa ao lado. Se você desmaiar, ninguém fica bem, não é? Bombeiros e médicos usam este método em situações de emergência: eles precisam estar bem e seguros para poder conseguir socorrer outras pessoas com as habilidades que as pessoas que não são profissionais não possuem.
E convenhamos que isso vem totalmente de encontro com os ensinamentos de autossuficiência que tanto escutamos de nossos líderes. Precisamos buscar nossa autossuficiência material, emocional e espiritual para poder cuidar e servir, não é? Muito melhor pagarmos o fundo de jejum do que utilizarmos ele, não concordam?
Entendo que cada situação é diferente, mas desafio a mim (já comecei minha parte) e à vocês a cuidarem de seu bem estar.
- Se algo em sua saúde está te incomodando, marque uma consulta, mude hábitos, busque melhorar.
- Se suas finanças não estão em ordem, encontre meios de economizar, trabalhar em algo diferente, conseguir mais dinheiro de uma forma digna, mesmo precisando se reorganizar ou trabalhar mais.
- Se você não está emocionalmente bem, procure profissionais e mesmo seu bispo e lideranças. Alguma maneira de consolar e ajudar vai surgir.
- Se você sente-se mal espiritualmente, seja por algum pecado ou algo de errado, o perdão existe para todos. Ore e peça a Deus para guiar suas ações, e assim se livrar deste fardo.
- Seja qual for o problema, busque ajuda, para um dia você poder ajudar também.
Desejo que todas mães e famílias SUD possam ESTAR BEM, para que possamos fazer mais por nossos esposos, filhos e ao próximo de modo geral!
segunda-feira, 21 de setembro de 2015
Maternidade SUD exige coragem
Pra ser uma mãe SUD é preciso coragem, concordam?
Tenho alguns discursos de conferência favoritos, que me marcam de alguns anos (quem não?) e este chamado Coragem cristã, de outobro/2008, o Élder Hales estava muito inspirado quando comentou:
"Um dos maiores testes da mortalidade ocorre quando nossas crenças são questionadas ou criticadas (...) amar nossos inimigos, bendizer os que nos maldizem, fazer bem aos que nos odeiam e orar pelos que nos maltratam e perseguem (Mateus 5:44) exige fé, força e acima de tudo coragem cristã".
Já podemos dizer que até mesmo muito antes de sermos mães temos que ter coragem de enfrentar o mundo: namorar na idade certa; dizer não para filmes impróprios, bebidas alcoólicas, fumo, baladas onde tudo acontece; escutar que você é louca de casar tão nova ou com tão pouco tempo de relacionamento, e a lista é longa.
Quando o desejo de ser mãe e a consequente maternidade batem a porta, vem uma avalanche de possibilidades: por quê você quer engravidar tão cedo? Quem é que neste mundo quer ter mais de 2 filhos? Você QUER 4, O QUÊ? Você queria mesmo engravidar? Já sabem como vão sustentar e pagar as contas da casa? Além das piadinhas e falta de bom senso de muita gente... e não apenas fora da Igreja.
E a coragem de renunciar um trabalho e uma carreira de sucesso em prol da família?
Coragem de mudar e adaptar sua rotina de trabalho para manter seu lar?
E como enfrentar seus próprios pais em uma decisão que você sabe ser a melhor?
E a coragem de magoar um filho por algo que você sabe que será para seu bem?
E também a coragem de seguir seu coração por sua família em algo que o mundo discorda?
Coragem de tomar uma decisão baseada apenas na fé e de que teve um sentimento do que era certo?
Todas nós precisamos ser corajosas, e não tá fácil pra ninguém, mas eu REALMENTE acredito que quando falamos e fazemos o que sabemos ser certo, e como mães na eterna parceria com Deus, nós podemos transformar vidas - a nossa e a dos outros.
O interessante que o Apóstolo explica neste discurso é que, quando temos coragem de responder - com amor - o que o mundo nos acusa, isso se torna uma oportunidade. Nossas crenças geram curiosidade e questionamentos, e assim, podemos contornar o receio e aproveitar a oportunidade para compartilhar o evangelho, afinal nunca sabemos como o Espírito está pronto para agir, e que sejam hábitos que podemos ajudar outras pessoas mudarem - para melhor.
Então, que tenhamos coragem de criar oportunidades: para ensinar, para ajudar, para defender a verdade e a retidão. Vamos trilhar um caminho de fé com um testemunho forte, e com a coragem de hoje trará bençãos à todas as próximas gerações. Vocês não acham?
Quem topa o desafio?
Ah claro, o discurso que mencionei é este:
https://www.lds.org/general-conference/2008/10/christian-courage-the-price-of-discipleship?lang=por
Tenho alguns discursos de conferência favoritos, que me marcam de alguns anos (quem não?) e este chamado Coragem cristã, de outobro/2008, o Élder Hales estava muito inspirado quando comentou:
"Um dos maiores testes da mortalidade ocorre quando nossas crenças são questionadas ou criticadas (...) amar nossos inimigos, bendizer os que nos maldizem, fazer bem aos que nos odeiam e orar pelos que nos maltratam e perseguem (Mateus 5:44) exige fé, força e acima de tudo coragem cristã".
Já podemos dizer que até mesmo muito antes de sermos mães temos que ter coragem de enfrentar o mundo: namorar na idade certa; dizer não para filmes impróprios, bebidas alcoólicas, fumo, baladas onde tudo acontece; escutar que você é louca de casar tão nova ou com tão pouco tempo de relacionamento, e a lista é longa.
Quando o desejo de ser mãe e a consequente maternidade batem a porta, vem uma avalanche de possibilidades: por quê você quer engravidar tão cedo? Quem é que neste mundo quer ter mais de 2 filhos? Você QUER 4, O QUÊ? Você queria mesmo engravidar? Já sabem como vão sustentar e pagar as contas da casa? Além das piadinhas e falta de bom senso de muita gente... e não apenas fora da Igreja.
E a coragem de renunciar um trabalho e uma carreira de sucesso em prol da família?
Coragem de mudar e adaptar sua rotina de trabalho para manter seu lar?
E como enfrentar seus próprios pais em uma decisão que você sabe ser a melhor?
E a coragem de magoar um filho por algo que você sabe que será para seu bem?
E também a coragem de seguir seu coração por sua família em algo que o mundo discorda?
Coragem de tomar uma decisão baseada apenas na fé e de que teve um sentimento do que era certo?
Todas nós precisamos ser corajosas, e não tá fácil pra ninguém, mas eu REALMENTE acredito que quando falamos e fazemos o que sabemos ser certo, e como mães na eterna parceria com Deus, nós podemos transformar vidas - a nossa e a dos outros.
O interessante que o Apóstolo explica neste discurso é que, quando temos coragem de responder - com amor - o que o mundo nos acusa, isso se torna uma oportunidade. Nossas crenças geram curiosidade e questionamentos, e assim, podemos contornar o receio e aproveitar a oportunidade para compartilhar o evangelho, afinal nunca sabemos como o Espírito está pronto para agir, e que sejam hábitos que podemos ajudar outras pessoas mudarem - para melhor.
Então, que tenhamos coragem de criar oportunidades: para ensinar, para ajudar, para defender a verdade e a retidão. Vamos trilhar um caminho de fé com um testemunho forte, e com a coragem de hoje trará bençãos à todas as próximas gerações. Vocês não acham?
Quem topa o desafio?
Ah claro, o discurso que mencionei é este:
https://www.lds.org/general-conference/2008/10/christian-courage-the-price-of-discipleship?lang=por
sexta-feira, 18 de setembro de 2015
Vocês conferem a censura antes de ver um filme ou série?
Quem assiste filmes e seriados? Se todo mundo erguer a mão não é de se surpreender né... com raríssimas exceções, a maioria das pessoas gosta da telinha. Seja TV, Cinema ou Internet, cada pessoa tem seus gêneros e programas favoritos. É normal, e apesar de termos que regular bem o nosso tempo para não ficar demais assistindo, existem programas excelentes e indicados para toda a família.
Os líderes da Igreja nos aconselham há muito tempo a procurarmos diversões e entretenimento sadios, e com certeza buscamos isso, dentro do que uma família SUD procura fazer. Tenho certeza que vocês consideram isso, não é?
Mas quem nunca caiu no conto da sinopse? Você, cuidadosa, lê uma sinopse, não vê nada de mal, mas quando começa o filme (e é sempre logo no começo), se depara com uma cena de se esconder debaixo do sofá: às vezes violência, às vezes sexo beirando a pornografia, ou algo extremamente desagradável. Você tem que trocar de canal, mudar o filme, ou pior se tem que sair do cinema (eu saí por exatamente este motivo uma vez) e perder o dinheiro da diversão, chato né...
E se estamos com filhos junto, é pior. Especialmente crianças mais velhas e adolescentes. Tem imagens que não saem de nossa mente... imagino que na deles é tão ruim e marcante como para nós, mas sem a mesma maturidade que um adulto tem para enfrentar isso. Como fica então? Claro que nesse caso temos que enfrentar e explicar a questão.
Mas hoje quero falar de prevenção. Eu passei a dar bem mais atenção à censura desde meu último ocorrido, e termos certeza do que vamos assistir, oq acham? Acho que pode ajudar a deixar de passarmos por muitas situações complicadas.
Mas confesso que por aqui, não confio 100% na censura. Na minha opinião pessoal, mesmo filmes a partir de 12-14 anos já tem algumas cenas e fatos que não muito apropriados. Censura livre geralmente dá pra encarar, mas quanto mais pudermos saber nesta questão, melhor, para enfim encontrar o entretenimento sadio tão enfatizado pelos lideres.
Nisso, encontrei uma sugestão bem interessante no blog Fala Mãe! A dica é a seguinte:
Procure o nome do filme em inglês e busque por ele no site IMBD. Logo abaixo do resumo há um item chamado “Parental Guide”. Nele você vai encontrar todas as cenas do filmes que possam ter qualquer conteúdo inadequado para crianças, e ele vai detalhar minuciosamente o que acontece nela, se é uma cena mais quente, ou só uma insinuação, um palavrão, inclusive diz em que momento e durante quanto tempo acontece (se precisar use o Google translator para uma ajudinha). Aí cabe a nós pais avaliarmos se é conveniente ou não.
Link original da postagem completa: http://www.falamae.com/2015/09/classificacao-etaria-indicada-nos.html?showComment=1442500452173#c658272299781545544
Gostei bastante de sugestão. E em todo caso, para quem não fala inglês joga no tradutor que, na dúvida, já vai ajudar a tomar a decisão!
O que vocês andam assistindo em família é realmemte bom pra todo mundo?
Vale pensar!
Os líderes da Igreja nos aconselham há muito tempo a procurarmos diversões e entretenimento sadios, e com certeza buscamos isso, dentro do que uma família SUD procura fazer. Tenho certeza que vocês consideram isso, não é?
Mas quem nunca caiu no conto da sinopse? Você, cuidadosa, lê uma sinopse, não vê nada de mal, mas quando começa o filme (e é sempre logo no começo), se depara com uma cena de se esconder debaixo do sofá: às vezes violência, às vezes sexo beirando a pornografia, ou algo extremamente desagradável. Você tem que trocar de canal, mudar o filme, ou pior se tem que sair do cinema (eu saí por exatamente este motivo uma vez) e perder o dinheiro da diversão, chato né...
E se estamos com filhos junto, é pior. Especialmente crianças mais velhas e adolescentes. Tem imagens que não saem de nossa mente... imagino que na deles é tão ruim e marcante como para nós, mas sem a mesma maturidade que um adulto tem para enfrentar isso. Como fica então? Claro que nesse caso temos que enfrentar e explicar a questão.
Mas hoje quero falar de prevenção. Eu passei a dar bem mais atenção à censura desde meu último ocorrido, e termos certeza do que vamos assistir, oq acham? Acho que pode ajudar a deixar de passarmos por muitas situações complicadas.
Mas confesso que por aqui, não confio 100% na censura. Na minha opinião pessoal, mesmo filmes a partir de 12-14 anos já tem algumas cenas e fatos que não muito apropriados. Censura livre geralmente dá pra encarar, mas quanto mais pudermos saber nesta questão, melhor, para enfim encontrar o entretenimento sadio tão enfatizado pelos lideres.
Nisso, encontrei uma sugestão bem interessante no blog Fala Mãe! A dica é a seguinte:
Procure o nome do filme em inglês e busque por ele no site IMBD. Logo abaixo do resumo há um item chamado “Parental Guide”. Nele você vai encontrar todas as cenas do filmes que possam ter qualquer conteúdo inadequado para crianças, e ele vai detalhar minuciosamente o que acontece nela, se é uma cena mais quente, ou só uma insinuação, um palavrão, inclusive diz em que momento e durante quanto tempo acontece (se precisar use o Google translator para uma ajudinha). Aí cabe a nós pais avaliarmos se é conveniente ou não.
Link original da postagem completa: http://www.falamae.com/2015/09/classificacao-etaria-indicada-nos.html?showComment=1442500452173#c658272299781545544
Gostei bastante de sugestão. E em todo caso, para quem não fala inglês joga no tradutor que, na dúvida, já vai ajudar a tomar a decisão!
O que vocês andam assistindo em família é realmemte bom pra todo mundo?
Vale pensar!
terça-feira, 15 de setembro de 2015
Você tem pena de acordar seu filho para ir à Igreja?
Domingo de manhã. Você acorda e começa a se arrumar para ir na Igreja, e quando abre a porta do quarto de seus filhos, vê eles dormindo profundamente... aquele soninho gostoso e que é uma delícia só ficar ali vendo eles tão bonitinhos descansando. O fim de semana foi cheio, às vezes eles até acordaram de noite, demoraram pra pegar no sono mesmo, você também está cansada, e a Igreja começa um pouco cedo mesmo... será que não dá pra deixar eles dormirem mais um pouquinho?
Eu já me deparei com essa questão algumas vezes, incluindo o último final de semana. Meu pequeno normalmente dorme até umas 9h00-9h30, e nos domingos acordamos ele por volta de 8h25. E ele tem um probleminha respiratório e tem algumas noites que ele demora pra se ajeitar e ficar bem, e dá muita dó de tirá-lo da cama quando parece que ele está conseguindo descansar bem naquele momento.
Cada família é uma rotina, e em muitos lares a criançada acorda super cedo, e isso não é um problema. Mas, acredito que chegará o momento em que toda família vai lidar com essa questão, afinal com o crescimento deles, é uma tendência dormir um pouquinho mais tarde a noite, e acordar mais tarde pela manhã (especialmente quando chega a adolescência).
Pensando nisso e se eu deveria ceder de vez em quando, me veio outro pensamento: se ele não aprender desde cedo a importância de se preparar e ir à Igreja em todos os finais de semana, será que ele vai mesmo fazer disto um hábito em sua vida? É mais importante dormir um pouquinho a mais bem no horário das reuniões ou estar lá para aprender, tomar o sacramento e alimentar o Espírito?
Então, cheguei a conclusão que é melhor ser firme e, se isso acontecer, mesmo que com choro e reclamação, acordar nossos filhos e irmos todos para a Igreja. Não é uma imposição, é algo que a família faz junto porque é importante, assim como consideramos importante levá-los à escola, ao médico e outros compromissos que são com horários programados, Naturalmente, nós temos que ser disciplinados também e levantar no horário e nos prepararmos desde o sábado para estarmos dispostos e prontos.
Pensei que, dentro da educação que damos à eles, bons hábitos devem ser aprendidos. Na vida, eles vão enfrentar desafios e terão que se organizar e enfrentar todas estas coisas. Levantar cedo para ir à escola ou alguma outra atividade, realizar tarefas que não são de seu agrado, mas necessárias. Por que não incluir a Igreja e os hábitos desde sempre? Afinal, não é algo ruim, mas excelente e tão necessário para nossas vidas, e sabemos que para a deles também!
Então, se você teve essa dúvida como eu, fica minha reflexão. Eu já decidi: ele acorda com aquela mesmo com aquela preguiça toda, e de tarde, ele tira a soneca do tempo que ele quiser.
segunda-feira, 7 de setembro de 2015
Bom uso de Medicamentos
Porque um pouco de utilidade pública é bom certo?
Enquanto aguardava na pediatra há alguns meses atrás, aproveitei que o Mateus estava brincando tranquilo para ler um folheto que me chamou bastante a atenção. O tópico é Intercambialidade de Medicamentos.
Ele explica os diferentes tipos de medicamento, basicamente 3 categorias: original, genérico e similar. Fala de cada um, que tipos de substituições podem ser feitas e especialmente, o que não pode ser feito.
Me lembrei de um discurso bem interessante de 5 anos atrás, onde um apóstolo do Senhor falou sobre alguns vícios, incluindo medicamentos. Apesar de não ser exatamente o foco deste post, eu vejo uma boa relação sobre o uso sábio das drogas lícitas.
"Sou grato por haver médicos treinados para prescrever a medicação certa para aliviar a dor e o sofrimento. Infelizmente hoje, em muitas comunidades, inclusive em algumas formadas por membros da nossa Igreja, muitas pessoas se tornam dependentes e abusam do uso de medicamentos (Russel M. Ballard - Conferência Geral Outubro/2010).
Ele aconselha a seguirmos a receita correta também, sem "inventar moda". Com o conhecimento que recebi e compartilho com vocês hoje, podemos aprender mais sobre o que podemos ou não fazer em relação a intercambialidade dos medicamentos.
O folheto é de um grande laboratório nacional, que é confiável. Achei de fato muito útil. Abaixo estão as fotos com as informações, 5-10 minutinhos e tudo certo! Boa leitura!
Acharam útil? Compartilhe sua opinião!
Enquanto aguardava na pediatra há alguns meses atrás, aproveitei que o Mateus estava brincando tranquilo para ler um folheto que me chamou bastante a atenção. O tópico é Intercambialidade de Medicamentos.
Ele explica os diferentes tipos de medicamento, basicamente 3 categorias: original, genérico e similar. Fala de cada um, que tipos de substituições podem ser feitas e especialmente, o que não pode ser feito.
Me lembrei de um discurso bem interessante de 5 anos atrás, onde um apóstolo do Senhor falou sobre alguns vícios, incluindo medicamentos. Apesar de não ser exatamente o foco deste post, eu vejo uma boa relação sobre o uso sábio das drogas lícitas.
"Sou grato por haver médicos treinados para prescrever a medicação certa para aliviar a dor e o sofrimento. Infelizmente hoje, em muitas comunidades, inclusive em algumas formadas por membros da nossa Igreja, muitas pessoas se tornam dependentes e abusam do uso de medicamentos (Russel M. Ballard - Conferência Geral Outubro/2010).
Ele aconselha a seguirmos a receita correta também, sem "inventar moda". Com o conhecimento que recebi e compartilho com vocês hoje, podemos aprender mais sobre o que podemos ou não fazer em relação a intercambialidade dos medicamentos.
O folheto é de um grande laboratório nacional, que é confiável. Achei de fato muito útil. Abaixo estão as fotos com as informações, 5-10 minutinhos e tudo certo! Boa leitura!
Acharam útil? Compartilhe sua opinião!
quinta-feira, 3 de setembro de 2015
Maternidade e os jogos de celular
Quem já jogou no celular levanta a mão?
Eu estou na lista.
Os joguinhos de celular estão aí pra ficar por muuuuito tempo. Distração pra todo mundo, e convenhamos, não servem para mais nada. Mas são poucos os que não gostam de dar uma"jogadinha".
Claro que isso não é um problema imediato. Eu por exemplo não tenho wifi e se estou na rua esperando sozinha, seja no banco, na farmácia, no médico, uma carona (especialmente quando sei que é uma espera de 5-10 min) eu acabo jogando uma partida de um aplicativo bobo que tenho. Nesses casos, que são rápidos eventuais, eu não vejo mal. E mesmo se você gosta de apenas brincar uns 10 min antes de dormir, se for só isso, nada ruim demais até aí, né? Ou não?
O problema pra mim disso é que esses jogos tem cada vez mais sido viciantes. Ainda mais aqueles que precisam de vidas e créditos pra continuar a jogar, que você compra, pede, convida os amigos... totalmente feitos pra você não parar de jogar!
E sabe o que acontece (eu já me peguei fazendo isso, estava bem mas tive uma leve recaída esta semana por causa um jogo novo que o marido meu apresentou, mas já parei sim)?A gente começa a jogar e não pára quando estamos entre pessoas e amigos. Jogamos quando estamos dentro do carro com o esposo dirigindo, quando estamos junto de outros familiares que estão brincando com nossos filhos e aproveitamos a folga para não olhá-los e jogar. E também jogamos antes de dormir em um momento que poderíamos trocar uma ideia com o cônjuge, mas não o fazemos em nenhum momento, porque vamos jogando... momentos que poderíamos trocar ideias, fazer planos, enfim...
E sabe o que vai acontecer né... os filhos mesmo bem pequenos, querem saber o que é que a mãe tanto faz com o celular na mão (além das redes sociais). E aí eles vão querer jogar também, afinal é tudo fofo e colorido na maioria deles, especialmente o que as mulheres mais gostam. É rapidinho pra cada um estar em seu celular e a comunicação familiar mal existir.
Enfim, já fomos aconselhados acho que por todos os lideres locais e gerais sobre o uso sábio da tecnologia e das mídias. Como sempre, vamos buscar o equilíbrio. e sem problemas tirar um tempinho pra se divertir, mas que não atrapalhe toda a vida ao nosso redor.
Eu estou na lista.
Os joguinhos de celular estão aí pra ficar por muuuuito tempo. Distração pra todo mundo, e convenhamos, não servem para mais nada. Mas são poucos os que não gostam de dar uma"jogadinha".
![]() |
| Imagem: Freepik |
Claro que isso não é um problema imediato. Eu por exemplo não tenho wifi e se estou na rua esperando sozinha, seja no banco, na farmácia, no médico, uma carona (especialmente quando sei que é uma espera de 5-10 min) eu acabo jogando uma partida de um aplicativo bobo que tenho. Nesses casos, que são rápidos eventuais, eu não vejo mal. E mesmo se você gosta de apenas brincar uns 10 min antes de dormir, se for só isso, nada ruim demais até aí, né? Ou não?
O problema pra mim disso é que esses jogos tem cada vez mais sido viciantes. Ainda mais aqueles que precisam de vidas e créditos pra continuar a jogar, que você compra, pede, convida os amigos... totalmente feitos pra você não parar de jogar!
E sabe o que acontece (eu já me peguei fazendo isso, estava bem mas tive uma leve recaída esta semana por causa um jogo novo que o marido meu apresentou, mas já parei sim)?A gente começa a jogar e não pára quando estamos entre pessoas e amigos. Jogamos quando estamos dentro do carro com o esposo dirigindo, quando estamos junto de outros familiares que estão brincando com nossos filhos e aproveitamos a folga para não olhá-los e jogar. E também jogamos antes de dormir em um momento que poderíamos trocar uma ideia com o cônjuge, mas não o fazemos em nenhum momento, porque vamos jogando... momentos que poderíamos trocar ideias, fazer planos, enfim...
E sabe o que vai acontecer né... os filhos mesmo bem pequenos, querem saber o que é que a mãe tanto faz com o celular na mão (além das redes sociais). E aí eles vão querer jogar também, afinal é tudo fofo e colorido na maioria deles, especialmente o que as mulheres mais gostam. É rapidinho pra cada um estar em seu celular e a comunicação familiar mal existir.
Enfim, já fomos aconselhados acho que por todos os lideres locais e gerais sobre o uso sábio da tecnologia e das mídias. Como sempre, vamos buscar o equilíbrio. e sem problemas tirar um tempinho pra se divertir, mas que não atrapalhe toda a vida ao nosso redor.
quinta-feira, 20 de agosto de 2015
Monitorar e acompanhar para proteger
Este não é só um topico SUD, mas muito além disso.
Normalmente já somos aconselhados como pais a acompanhar a vida de nossos filhos. Naturalmente, para ensinar o evangelho, ajudá-los a adquirir um testemunho, e para se protegerem dos perigos que existem mundo a fora.
Neste fim de semana, participei da conferência da minha estaca onde foi muito tratado o tema de conselho familiar, e sobre a família em geral. Este tema será tratado em muitas conferências do Brasil, a Igreja já tem falado muito disso e tratado desse tópico com muita ênfase. Um dos membros da presidência mencionou aos pais que eles deveriam sim monitorar seus filhos, dar uma "espiada" e saber inclusive senhas na internet e acessos nas redes sociais. Alguns podem até achar exagero, mas... no mesmo dia eu vi este video abaixo.
Basicamente, você consegue fazer um perfil falso em poucos minutos, e consegue conquistar a confiança de um jovem em poucos dias. E essa pessoa pode ser qualquer um - bem ou mal. O que mais me chamou a atenção foi a decepção e a tristeza dos pais, que estavam na esperança de que suas filhas não se encontrariam com um estranho. Pois é.
Os jovens - e mesmo crianças - geralmente acham que sabem com quem estão lidando. Brigas são constantes com pais em casa, certo? Mas que mãe ou pai trocariam algumas brigas por monitorar ou desconfiar de algo errado pela vida de seus filhos?
Não sejamos negligentes: sejamos insistentes, mesmo que isso custe muito de nossa paciência, dedicação e mesmo de nosso amor e carinho. Saber com quem vai, onde, horários, o que vai fazer, o que vê e como usa nas mídias, conhecer seus amigos (e fazer amizade com eles, porque não?) e observar comportamentos - mais agressivos, depressivos ou diferentes, é nosso dever acompanhá-los, para protegê-los destes e tantos outros perigos. Não precisa sufocar o jovem e ligar a cada 15 min, mas fazê-los compreender esta necessidade e estabelecer um elo de confiança dentro do lar.
Filhos podem não gostar, eu mesma tenho experiência disso, mas um dia, mesmo que distante, eles hão de entender, e será para o bem de toda a família!
Normalmente já somos aconselhados como pais a acompanhar a vida de nossos filhos. Naturalmente, para ensinar o evangelho, ajudá-los a adquirir um testemunho, e para se protegerem dos perigos que existem mundo a fora.
Neste fim de semana, participei da conferência da minha estaca onde foi muito tratado o tema de conselho familiar, e sobre a família em geral. Este tema será tratado em muitas conferências do Brasil, a Igreja já tem falado muito disso e tratado desse tópico com muita ênfase. Um dos membros da presidência mencionou aos pais que eles deveriam sim monitorar seus filhos, dar uma "espiada" e saber inclusive senhas na internet e acessos nas redes sociais. Alguns podem até achar exagero, mas... no mesmo dia eu vi este video abaixo.
Basicamente, você consegue fazer um perfil falso em poucos minutos, e consegue conquistar a confiança de um jovem em poucos dias. E essa pessoa pode ser qualquer um - bem ou mal. O que mais me chamou a atenção foi a decepção e a tristeza dos pais, que estavam na esperança de que suas filhas não se encontrariam com um estranho. Pois é.
Os jovens - e mesmo crianças - geralmente acham que sabem com quem estão lidando. Brigas são constantes com pais em casa, certo? Mas que mãe ou pai trocariam algumas brigas por monitorar ou desconfiar de algo errado pela vida de seus filhos?
Não sejamos negligentes: sejamos insistentes, mesmo que isso custe muito de nossa paciência, dedicação e mesmo de nosso amor e carinho. Saber com quem vai, onde, horários, o que vai fazer, o que vê e como usa nas mídias, conhecer seus amigos (e fazer amizade com eles, porque não?) e observar comportamentos - mais agressivos, depressivos ou diferentes, é nosso dever acompanhá-los, para protegê-los destes e tantos outros perigos. Não precisa sufocar o jovem e ligar a cada 15 min, mas fazê-los compreender esta necessidade e estabelecer um elo de confiança dentro do lar.
Filhos podem não gostar, eu mesma tenho experiência disso, mas um dia, mesmo que distante, eles hão de entender, e será para o bem de toda a família!
sexta-feira, 24 de julho de 2015
Sem culpa de ser feliz em um tempinho longe dos filhos
Em abril, fiz uma viagem que sonhei uma vida toda. Foram anos planejando e esperando o dia em que eu pudesse ir, e ele veio então depois de me tornar mãe. Mas, o negócio é que fui com meus pais, apenas nós 3, sem o Mateus nem meu marido Tiago.
Eu e meus pais passamos vários dias fazendo passeios incríveis, e inclusive fomos na Igreja (onde minha melhor definição é "muito diferente, mas é igual também, hahaha"). Meu esposo foi divino: ele tirou férias do trabalho dele no mesmo período em que estive fora, para ficar com nosso baixinho. É claro que foi uma delícia.
Eu estava muito apreensiva na semana anterior à viagem. Além das preocupações normais de qualquer mãe, especialmente de se o pai vai mesmo dar conta sozinho estando tantos dias fora (quem nunca...) o que me veio como um balde de água fria era se eu não estava errada"largando" meu filho aqui pra ir passear e ficar tanto tempo viajando. Me senti a pior mãe, como assim deixar um menininho ir sair no mundo a fora? Me senti culpada, de verdade.
Mas, meu marido "jogou mais um balde" em mim e disse: "está tudo certo, eu estou aqui, os avós também, ele será super bem cuidado e você merece isso. Larga de ser boba e aproveita".
Decidi seguir então o que ele falou e aproveitar. E de fato, aproveitei. Ainda no vôo estava meio pensativa, mas chegando ao destino e fazendo alguns passeios, desencanei, e foi tão bom! Na realidade, senti que precisava mudar os ares e dar uma desligada, um pouquinho só, nessa vida materna.
Isso não apenas me deixou feliz porque amo viajar (sou daquelas que, se dependesse só de mim, mal teria carro e viveria em um cubículo pra gastar em viagem) mas porque deu uma grande recarregada, e me deixou com saudades dos meus amores, de estar com eles em nosso lar. Foi a primeira vez na vida que queria que a viagem acabasse, nos últimos dias, porque estava morrendo de saudades mesmo dos meus meninos, mas ainda assim curtindo o tempinho que estava lá, tudo bem equilibrado.
E isso que é só o primeiro filho! Mas com o primeiro é que vem a reviravolta né... com os próximos você no mínimo já sabe o que esperar, com algumas diferenças, mas não tantas quanto a adaptação da chegada da maternidade. Dar uma relaxada é bom.
Com tudo isso, quero dizer que você, mãe, MERECE ter férias dos filhos. Porque quem é mãe, independente de ser em tempo integral ou não, sabe que é maravilhoso tê-los por perto, mas que eles demandam muitas coisas, o tempo todo, incluindo nossas madrugadas, idas ao banheiro (filho pequeno chegando na porta bem naquela hora... dá pra contar nos dedos quem ainda não passou por isso) e muitas janelas de horários. E todas vocês merecem um tempinho não apenas de 1-2 horas pra ir no salão correndo fazer uma escova no cabelo (já é alguma coisa, mas vc mal desliga), mas de pelo menos 1 dia,um fim de semana, ou período que seja pra vc, de tempos em tempos. Se você tem como dar uma escapada e está com essa dúvida, não hesite: VÁ MESMO!
Se os homens estiverem lendo isso, façam algo por suas mulheres: fiquem com os pequenos para elas terem um fim de semana delas, ou pelo menos programem tudo com pessoas de confiança que fiquem com seus filhos (não vale a mãe fazer a maior logística e vc só ir junto depois) para passar uns dias juntos, relaxar mesmo. Fará muita diferença no final.
E por fim, quando estiverem sem os filhos, pense um pouquinho em você, aproveite, não se culpe. Afinal, quanto mais feliz, bem disposta e alegre você estiver, melhor será para eles... não é de hoje que sabemos o quanto nossas atitudes e emoções influenciam nossos filhos.
Quando você estiver chegando com aquela saudade enorme, vai ver que, a melhor parte da viagem é ver seus filhos correndo pra te receber com o abraço mais gostoso do mundo, sem dúvida!
Eu e meus pais passamos vários dias fazendo passeios incríveis, e inclusive fomos na Igreja (onde minha melhor definição é "muito diferente, mas é igual também, hahaha"). Meu esposo foi divino: ele tirou férias do trabalho dele no mesmo período em que estive fora, para ficar com nosso baixinho. É claro que foi uma delícia.
Eu estava muito apreensiva na semana anterior à viagem. Além das preocupações normais de qualquer mãe, especialmente de se o pai vai mesmo dar conta sozinho estando tantos dias fora (quem nunca...) o que me veio como um balde de água fria era se eu não estava errada"largando" meu filho aqui pra ir passear e ficar tanto tempo viajando. Me senti a pior mãe, como assim deixar um menininho ir sair no mundo a fora? Me senti culpada, de verdade.
Mas, meu marido "jogou mais um balde" em mim e disse: "está tudo certo, eu estou aqui, os avós também, ele será super bem cuidado e você merece isso. Larga de ser boba e aproveita".
Decidi seguir então o que ele falou e aproveitar. E de fato, aproveitei. Ainda no vôo estava meio pensativa, mas chegando ao destino e fazendo alguns passeios, desencanei, e foi tão bom! Na realidade, senti que precisava mudar os ares e dar uma desligada, um pouquinho só, nessa vida materna.
Isso não apenas me deixou feliz porque amo viajar (sou daquelas que, se dependesse só de mim, mal teria carro e viveria em um cubículo pra gastar em viagem) mas porque deu uma grande recarregada, e me deixou com saudades dos meus amores, de estar com eles em nosso lar. Foi a primeira vez na vida que queria que a viagem acabasse, nos últimos dias, porque estava morrendo de saudades mesmo dos meus meninos, mas ainda assim curtindo o tempinho que estava lá, tudo bem equilibrado.
E isso que é só o primeiro filho! Mas com o primeiro é que vem a reviravolta né... com os próximos você no mínimo já sabe o que esperar, com algumas diferenças, mas não tantas quanto a adaptação da chegada da maternidade. Dar uma relaxada é bom.
Com tudo isso, quero dizer que você, mãe, MERECE ter férias dos filhos. Porque quem é mãe, independente de ser em tempo integral ou não, sabe que é maravilhoso tê-los por perto, mas que eles demandam muitas coisas, o tempo todo, incluindo nossas madrugadas, idas ao banheiro (filho pequeno chegando na porta bem naquela hora... dá pra contar nos dedos quem ainda não passou por isso) e muitas janelas de horários. E todas vocês merecem um tempinho não apenas de 1-2 horas pra ir no salão correndo fazer uma escova no cabelo (já é alguma coisa, mas vc mal desliga), mas de pelo menos 1 dia,um fim de semana, ou período que seja pra vc, de tempos em tempos. Se você tem como dar uma escapada e está com essa dúvida, não hesite: VÁ MESMO!
Se os homens estiverem lendo isso, façam algo por suas mulheres: fiquem com os pequenos para elas terem um fim de semana delas, ou pelo menos programem tudo com pessoas de confiança que fiquem com seus filhos (não vale a mãe fazer a maior logística e vc só ir junto depois) para passar uns dias juntos, relaxar mesmo. Fará muita diferença no final.
E por fim, quando estiverem sem os filhos, pense um pouquinho em você, aproveite, não se culpe. Afinal, quanto mais feliz, bem disposta e alegre você estiver, melhor será para eles... não é de hoje que sabemos o quanto nossas atitudes e emoções influenciam nossos filhos.
Quando você estiver chegando com aquela saudade enorme, vai ver que, a melhor parte da viagem é ver seus filhos correndo pra te receber com o abraço mais gostoso do mundo, sem dúvida!
quinta-feira, 16 de julho de 2015
Driblando a solidão da maternidade
Quando decidi deixar de trabalhar na multinacional para ficar em casa após ser mãe, passei por algo que nunca imaginei que passaria: me sentir sozinha. Um bebê infelizmente não conversa com a gente por um bom tempo, e por mais que fosse bom demais tê-lo do meu lado, foi difícil (e tem dias que ainda é) ficar apenas com ele.
Minha rotina antiga era cheia de pessoas: problemas para resolver e falar com muita gente o dia todo. Depois do expediente tinha atividades, cursos (fiz faculdade e pós e cursos profissionais também) e no fim do dia, encontrava o meu esposo e passávamos o tempo juntos que sobrava do restinho do dia pra falar de tudo o que havia acontecido.
E de repente, sobrou apenas a parte do esposo, aliás, a menor parte de todas!
Nos primeiros meses, como era inverno, pouco saí para algumas atividades (e quando o fazia era rapidíssimo devido a amamentação + frio), e de vez em quando passava algum tempo com alguma amiga ou pessoa da família. Mas é claro que outras pessoas tem seus compromissos e afazeres, e mesmo fazendo isso na minha casa, então não dava pra sempre fazer algo, e eu senti falta de socializar. Eu mal assistia televisão, e passei a assistir vários programas, era uma companhia. A internet também foi outro consolo e me considerei até viciada nas redes, afinal, era um jeito de tentar se aproximar das pessoas.
Vocês em algum momento se sentiram assim? Se isso aconteceu, eu pelo menos estive nessa como você.
Atualmente, já faço muito mais coisas por aí, com ou sem o pequeno, e me sinto melhor: tenho saído mais e feito mais coisas, mas, se isso está acontecendo com você, eu vou dizer algo que acho que se encaixa na situação aqui: tome a iniciativa e busque companhia.
Tá, não que seja fácil: timidez, horários e outras dificuldades podem ser complicadas de superar, mas vale tentar e com certeza dá se um jeito. Logo que possível, você pode frequentar alguns espaços públicos, como parques e praças, e geralmente tem pelo menos alguma outra mãe que está com seus filhos. Mesmo que só por aquele tempinho, já pude conhecer e ter boas companhias em locais como estes, e quem sabe dá até formar algumas amizades.
Busque também pessoas com uma rotina parecida com a sua para fazer algo juntas. Talvez aprender algo novo ou mesmo se exercitar. Mães com filhos pequenos podem se encontrar para as crianças brincarem juntas. Dos maiores, elas podem fazer algo novo juntas, e por aí vai.
E com a permissão do meu grupo, vou falar o que ando fazendo e tem me ajudado.
Gostei muito do que minha amiga Sheila,que conheço da Igreja mesmo, fez: lançou uma proposta no facebook. Ela queria perder um pouco de peso e como era difícil fazer isso sozinha, perguntou se alguém topava caminhar com ela,no parque ou na região mesmo, e puxar umas as outras. Eu e mais 2 amigas nos candidatamos: todas temos filhos com idade parecida e formamos um grupinho: duas tomavam conta das crianças enquanto duas caminhavam e nos revezávamos. Apesar de conhecermos umas as outras, não sabíamos que poderíamos ter um tempo juntas e conversando e conciliando os horários, achamos um tempo pra nos reunirmos.
Isso aconteceu faz uns 4 meses. Confesso que não funciona perfeitamente, é difícil a criançada ficar sempre bem e dar certo, mas, a gente se encontra na maioria das semanas, as crianças brincam juntas e nós tentamos fazer nossa caminhada. Se não dá, pelo menos conversamos e socializamos. E acima de tudo, nossa amizade se fortaleceu e tenho apreciado muito. É bom estar entre amigas.
E se você fizer como ela? Pode ser que a pessoa que aceite um convite não seja a esperada, mas pode se tornar algo muito bom daqui pra frente.
E se eu puder estiver por perto, me chame, eu topo muita coisa e quem sabe dá certo!
Minha rotina antiga era cheia de pessoas: problemas para resolver e falar com muita gente o dia todo. Depois do expediente tinha atividades, cursos (fiz faculdade e pós e cursos profissionais também) e no fim do dia, encontrava o meu esposo e passávamos o tempo juntos que sobrava do restinho do dia pra falar de tudo o que havia acontecido.
E de repente, sobrou apenas a parte do esposo, aliás, a menor parte de todas!
Nos primeiros meses, como era inverno, pouco saí para algumas atividades (e quando o fazia era rapidíssimo devido a amamentação + frio), e de vez em quando passava algum tempo com alguma amiga ou pessoa da família. Mas é claro que outras pessoas tem seus compromissos e afazeres, e mesmo fazendo isso na minha casa, então não dava pra sempre fazer algo, e eu senti falta de socializar. Eu mal assistia televisão, e passei a assistir vários programas, era uma companhia. A internet também foi outro consolo e me considerei até viciada nas redes, afinal, era um jeito de tentar se aproximar das pessoas.
Vocês em algum momento se sentiram assim? Se isso aconteceu, eu pelo menos estive nessa como você.
Atualmente, já faço muito mais coisas por aí, com ou sem o pequeno, e me sinto melhor: tenho saído mais e feito mais coisas, mas, se isso está acontecendo com você, eu vou dizer algo que acho que se encaixa na situação aqui: tome a iniciativa e busque companhia.
Tá, não que seja fácil: timidez, horários e outras dificuldades podem ser complicadas de superar, mas vale tentar e com certeza dá se um jeito. Logo que possível, você pode frequentar alguns espaços públicos, como parques e praças, e geralmente tem pelo menos alguma outra mãe que está com seus filhos. Mesmo que só por aquele tempinho, já pude conhecer e ter boas companhias em locais como estes, e quem sabe dá até formar algumas amizades.
Busque também pessoas com uma rotina parecida com a sua para fazer algo juntas. Talvez aprender algo novo ou mesmo se exercitar. Mães com filhos pequenos podem se encontrar para as crianças brincarem juntas. Dos maiores, elas podem fazer algo novo juntas, e por aí vai.
E com a permissão do meu grupo, vou falar o que ando fazendo e tem me ajudado.
Gostei muito do que minha amiga Sheila,que conheço da Igreja mesmo, fez: lançou uma proposta no facebook. Ela queria perder um pouco de peso e como era difícil fazer isso sozinha, perguntou se alguém topava caminhar com ela,no parque ou na região mesmo, e puxar umas as outras. Eu e mais 2 amigas nos candidatamos: todas temos filhos com idade parecida e formamos um grupinho: duas tomavam conta das crianças enquanto duas caminhavam e nos revezávamos. Apesar de conhecermos umas as outras, não sabíamos que poderíamos ter um tempo juntas e conversando e conciliando os horários, achamos um tempo pra nos reunirmos.
Isso aconteceu faz uns 4 meses. Confesso que não funciona perfeitamente, é difícil a criançada ficar sempre bem e dar certo, mas, a gente se encontra na maioria das semanas, as crianças brincam juntas e nós tentamos fazer nossa caminhada. Se não dá, pelo menos conversamos e socializamos. E acima de tudo, nossa amizade se fortaleceu e tenho apreciado muito. É bom estar entre amigas.
E se você fizer como ela? Pode ser que a pessoa que aceite um convite não seja a esperada, mas pode se tornar algo muito bom daqui pra frente.
E se eu puder estiver por perto, me chame, eu topo muita coisa e quem sabe dá certo!
quinta-feira, 9 de julho de 2015
Maternidade e a insatisfação alheia
Já perceberam como o mundo ao nosso redor é insatisfeito? Quando estamos solteiros(as), perguntam se não temos um namorado(a). Se existe um relacionamento, perguntam sobre quando vai ter casório. Logo depois de um casamento, não demora muito para perguntarem "quando é que vem um herdeiro". E aí você tem um filho, o que acontece? Já perguntam quando é que vem um irmãozinho... sem esquecer que, se você tem mais 3 filhos, aí já comentam que "você tem coragem de ter tantos filhos"... vai entender!
Já passei por momentos assim. A primeira vez que me perguntaram quando que eu teria filhos foi 2 meses depois de casar. Mal eu tinha entrado em nosso primeiro apto. Nada contra quem logo quer tentar engravidar, mas confesso que fiquei surpresa, afinal, eu sou metódica e programada demais, e mal tinha trocado a aliança de mão e já vieram com essa.
Mas confesso que o que me chateava era sobre a gravidez. Por que quem viu o post com minha história, sabe que ela demorou um pouco mais do que eu gostaria. Sei que as pessoas não perguntavam por maldade, mas... enquanto tentávamos, muitos perguntaram quando teríamos filhos, e claro que respondemos que estávamos na tentativa, mas queríamos não dizer que perdemos mais de uma vez, mas que o bebê estava a caminho. Era difícil de ouvir, enquanto outros ao nosso redor podiam dar notícias diferentes.
Enfim, pode parecer desabafo ou vocês discordarem do minha opinião, mas, a não ser que você tenha um relacionamento bem próximo ou conheça bem as pessoas, evite esse tipo de comentários. Eu pessoalmente ficava chateada algumas vezes, tem dias que levamos na boa, mas nem sempre estamos no melhor dia, ou cansamos de responder a mesma coisa. Tem tanto assunto no mundo pra falar, pra que cobrar os outros?
Mas, se isso não acontecer, paciência. Afinal, aprendemos que é uma grande virtude (pra mim uma virtude gigantesca e que sempre preciso desenvolver), o jeito é ter jogo de cintura e aprender a lidar com o que der vier...
![]() |
| Imagem: freepik.com |
Já passei por momentos assim. A primeira vez que me perguntaram quando que eu teria filhos foi 2 meses depois de casar. Mal eu tinha entrado em nosso primeiro apto. Nada contra quem logo quer tentar engravidar, mas confesso que fiquei surpresa, afinal, eu sou metódica e programada demais, e mal tinha trocado a aliança de mão e já vieram com essa.
Mas confesso que o que me chateava era sobre a gravidez. Por que quem viu o post com minha história, sabe que ela demorou um pouco mais do que eu gostaria. Sei que as pessoas não perguntavam por maldade, mas... enquanto tentávamos, muitos perguntaram quando teríamos filhos, e claro que respondemos que estávamos na tentativa, mas queríamos não dizer que perdemos mais de uma vez, mas que o bebê estava a caminho. Era difícil de ouvir, enquanto outros ao nosso redor podiam dar notícias diferentes.
Enfim, pode parecer desabafo ou vocês discordarem do minha opinião, mas, a não ser que você tenha um relacionamento bem próximo ou conheça bem as pessoas, evite esse tipo de comentários. Eu pessoalmente ficava chateada algumas vezes, tem dias que levamos na boa, mas nem sempre estamos no melhor dia, ou cansamos de responder a mesma coisa. Tem tanto assunto no mundo pra falar, pra que cobrar os outros?
Mas, se isso não acontecer, paciência. Afinal, aprendemos que é uma grande virtude (pra mim uma virtude gigantesca e que sempre preciso desenvolver), o jeito é ter jogo de cintura e aprender a lidar com o que der vier...
quarta-feira, 17 de junho de 2015
Sobre Família SUD, Fé, Liberdade e Tolerância Religiosa, e Familiares com crenças e opiniões diferentes
Tenho ultimamente pensado MUITO nestes tópicos que dão título ao post, e então, decidi escrever algo a respeito. Espero que seja o mais respeitoso para todos os que lerem, pois de fato é a intenção, mas ao mesmo tempo, deixar um pouco do que sinto e penso sobre o assunto. Sem polêmicas (apesar da possibilidade de acontecerem).
Vemos que o mundo está realmente de pernas pro ar. A cada noticiário, leio reportagens que beira ao absurdo, mas cada vez mais se tornam realidade: violência e morte por causa de ideias, opiniões e situações mesmo banais. Nas redes sociais então, é uma festa de agressões verbais e críticas nada construtivas: contra seitas, pessoas, ideias, e claro: religiões, incluindo a nossa. Mas de certa forma, isso não é novidade, afinal, desde que o mundo é mundo, isso acontece, não? Quantas guerras e opressões já não estudamos na escola e na história do mundo devido a essas diferenças?
Eu sou a favor da liberdade de opinião e expressão, e da liberdade religiosa. E isso também faz parte, sim, das doutrinas básicas de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias a qual sigo, encontrada na 11a Regra de Fé:
"Pretendemos o privilégio de adorar a Deus Todo-Poderoso de acordo com os ditames de nossa própria consciência; e concedemos a todos os homens o mesmo privilégio, deixando-os adorar como, onde ou o que desejarem".
Dessa forma, cada um acredita, adora (ou não) o que achar melhor, sem que ninguém seja obrigado a seguir algo. Infelizmente, nem em todo mundo isso acontece, afinal ainda há governos e grupos que obrigam outros a seguir o que eles desejam. Por estes, eu apenas espero que, um dia, isso seja mudado e que todos tenham a mesma oportunidade de seguir e adorar o quê e como desejarem,
Porém, na minha vida e acredito que na realidade da maioria dos que acompanham esta página, podemos escolher o que seguir. Fui educada dentro de um lar SUD, onde na minha infância e parte da adolescência, fui levada a Igreja. Posso dizer que fui "forçada" algumas vezes à ir, assim como fui forçada à ir no mercado, na escola, na casa de um tio, afinal, filhos nessa primeira fase da vida acompanham seus pais, certo? Em um determinado momento de minha vida, chegou o momento onde já tinha alguma maturidade para tomar decisões mais sérias sozinha e não precisava acompanhar meus pais o tempo todo. Eles deixaram seguir meu caminho, e por opção, depois de pesquisar, estudar, pensar, ponderar e buscar minhas próprias respostas - recebê-las e senti-las - decidi continuar como membro "SUD" ativo. Muitos acham que uma religião impõe muitas restrições em nossa vida. Eu penso ao contrário, ela me traz liberdade de tantas maneiras... mas cada um com sua opinião, eis a liberdade de pensamento, expressão e religião.
Mas, convenhamos que nem sempre o que a liberdade de opinião causa agrada. Pelo contrário, machuca. Ouvir críticas muitas vezes tão severas sobre algo que acreditamos machuca. Se ler algum artigo ou opinião de alguém desconhecido já incomoda, imagina então quando vem de alguém próximo ou de um familiar que convivemos por tanto tempo. Não é fácil, mas em tempos atuais e com a facilidade de expressar opiniões com a internet, dificilmente alguém vai passar ileso.
No meu pensamento, ok se uma pessoa não quer seguir ou discorda totalmente com uma ideia ou de uma crença religiosa. Mais uma vez, cada um adora e segue o que quer mas, quando esta pessoa critica o que você acredita, parece provocação, parece que a pessoa quer até mesmo magoar você. Depois de um tempo, ela deve dizer que não, mas... já magoou ou faltou o respeito de alguma forma.
Há uma linha muito fina entre o respeito e o desrespeito, e não me incomoda uma pessoa agir ou acreditar em algo totalmente contrário, mas sim quando a pessoa que pede respeito pelo que vive desrespeita totalmente o outro. Isso é o que realmente me entristece. E acho que isso está muito longe de mudar.
Tenho meu próprio exemplo pessoal. Eu e minha mãe temos muitas opiniões diferentes. Já tivemos discussões grandes em casa, e já cheguei ao ponto de fazer algumas reclamações dela para amigos. Mas, ela tem tantas qualidades mais e tenho um amor tão grande por ela que percebi que eu estava errada e parei com isso, pelo respeito que ela merece.
Tem um exemplo mais simples: sempre tive horário pra chegar em casa. A maior parte de meus amigos na adolescência não tinha e como ficávamos (eu e meus irmãos) indignados. Mas, a casa era dos meus pais, eles faziam tanto por mim e devia isso à eles. Assim foi até o dia de casar e sair de casa. 1 dia antes do casamento, eu saí para uma despedida de solteira entre amigas. Foi ótimo, mas sim, tive horário pra voltar. E voltei dentro do combinado. O respeito aos meus pais será eterno, eu realmente devo muito do que me tornei à eles, magoá-los não deve ser uma opção.
Realmente acredito que o problema jamais será ter opiniões diferentes, mas de querer espalhar isso e provocar reações desnecessárias. De minha família, guardo para mim as divergências (ou no máximo entre nós), tento apenas compartilhar o que faz bem. Este respeito e a tolerância com as diferença é o que gostaria que acontecesse ao nosso redor, especialmente com aqueles que dizemos que mais amamos.
Por outro lado, como mãe, penso que vai chegar o momento do desafio: onde os filhos vão questionar, brigar e mesmo desrespeitar. Temos que nos preparar, temos que enfrentar. Mas, temos que tentar evitar que as discussões e o desrespeito venham de nós. Isso exige paciência -MUITA - exige coragem, e pra mim, muita fé. E mesmo que tantas divergências aconteçam, nosso amor aos filhos é incondicional e nossas ações sempre serão pelo bem deles. É claro que vou ensinar o que acredito, levá-los à Igreja, à escola, e por aí vai, sempre pelo seu bem e pelo que acreditamos ser o melhor. Quando a maturidade chegar, espero então que meus filhos ponderem e considerem tudo o que foi ensinado para tomarem suas próprias decisões. E deixá-los seguir suas vidas, mas sempre irei amá-los.
E claro que este amor também é aplicável à outros familiares: tios, irmãos, e aqueles que temos grande consideração. Dessa forma, eles precisam ver que os respeitamos também, independente de suas escolhas, acho que isso não nos permite criticá-los, especialmente em público e na internet.
A família é especial, mantê-la unida é um desafio, mas também um privilégio. Eu vou tentar, da melhor maneira que eu puder!
Vemos que o mundo está realmente de pernas pro ar. A cada noticiário, leio reportagens que beira ao absurdo, mas cada vez mais se tornam realidade: violência e morte por causa de ideias, opiniões e situações mesmo banais. Nas redes sociais então, é uma festa de agressões verbais e críticas nada construtivas: contra seitas, pessoas, ideias, e claro: religiões, incluindo a nossa. Mas de certa forma, isso não é novidade, afinal, desde que o mundo é mundo, isso acontece, não? Quantas guerras e opressões já não estudamos na escola e na história do mundo devido a essas diferenças?
Eu sou a favor da liberdade de opinião e expressão, e da liberdade religiosa. E isso também faz parte, sim, das doutrinas básicas de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias a qual sigo, encontrada na 11a Regra de Fé:
"Pretendemos o privilégio de adorar a Deus Todo-Poderoso de acordo com os ditames de nossa própria consciência; e concedemos a todos os homens o mesmo privilégio, deixando-os adorar como, onde ou o que desejarem".
Dessa forma, cada um acredita, adora (ou não) o que achar melhor, sem que ninguém seja obrigado a seguir algo. Infelizmente, nem em todo mundo isso acontece, afinal ainda há governos e grupos que obrigam outros a seguir o que eles desejam. Por estes, eu apenas espero que, um dia, isso seja mudado e que todos tenham a mesma oportunidade de seguir e adorar o quê e como desejarem,
Porém, na minha vida e acredito que na realidade da maioria dos que acompanham esta página, podemos escolher o que seguir. Fui educada dentro de um lar SUD, onde na minha infância e parte da adolescência, fui levada a Igreja. Posso dizer que fui "forçada" algumas vezes à ir, assim como fui forçada à ir no mercado, na escola, na casa de um tio, afinal, filhos nessa primeira fase da vida acompanham seus pais, certo? Em um determinado momento de minha vida, chegou o momento onde já tinha alguma maturidade para tomar decisões mais sérias sozinha e não precisava acompanhar meus pais o tempo todo. Eles deixaram seguir meu caminho, e por opção, depois de pesquisar, estudar, pensar, ponderar e buscar minhas próprias respostas - recebê-las e senti-las - decidi continuar como membro "SUD" ativo. Muitos acham que uma religião impõe muitas restrições em nossa vida. Eu penso ao contrário, ela me traz liberdade de tantas maneiras... mas cada um com sua opinião, eis a liberdade de pensamento, expressão e religião.
Mas, convenhamos que nem sempre o que a liberdade de opinião causa agrada. Pelo contrário, machuca. Ouvir críticas muitas vezes tão severas sobre algo que acreditamos machuca. Se ler algum artigo ou opinião de alguém desconhecido já incomoda, imagina então quando vem de alguém próximo ou de um familiar que convivemos por tanto tempo. Não é fácil, mas em tempos atuais e com a facilidade de expressar opiniões com a internet, dificilmente alguém vai passar ileso.
No meu pensamento, ok se uma pessoa não quer seguir ou discorda totalmente com uma ideia ou de uma crença religiosa. Mais uma vez, cada um adora e segue o que quer mas, quando esta pessoa critica o que você acredita, parece provocação, parece que a pessoa quer até mesmo magoar você. Depois de um tempo, ela deve dizer que não, mas... já magoou ou faltou o respeito de alguma forma.
Há uma linha muito fina entre o respeito e o desrespeito, e não me incomoda uma pessoa agir ou acreditar em algo totalmente contrário, mas sim quando a pessoa que pede respeito pelo que vive desrespeita totalmente o outro. Isso é o que realmente me entristece. E acho que isso está muito longe de mudar.
Tenho meu próprio exemplo pessoal. Eu e minha mãe temos muitas opiniões diferentes. Já tivemos discussões grandes em casa, e já cheguei ao ponto de fazer algumas reclamações dela para amigos. Mas, ela tem tantas qualidades mais e tenho um amor tão grande por ela que percebi que eu estava errada e parei com isso, pelo respeito que ela merece.
Tem um exemplo mais simples: sempre tive horário pra chegar em casa. A maior parte de meus amigos na adolescência não tinha e como ficávamos (eu e meus irmãos) indignados. Mas, a casa era dos meus pais, eles faziam tanto por mim e devia isso à eles. Assim foi até o dia de casar e sair de casa. 1 dia antes do casamento, eu saí para uma despedida de solteira entre amigas. Foi ótimo, mas sim, tive horário pra voltar. E voltei dentro do combinado. O respeito aos meus pais será eterno, eu realmente devo muito do que me tornei à eles, magoá-los não deve ser uma opção.
Realmente acredito que o problema jamais será ter opiniões diferentes, mas de querer espalhar isso e provocar reações desnecessárias. De minha família, guardo para mim as divergências (ou no máximo entre nós), tento apenas compartilhar o que faz bem. Este respeito e a tolerância com as diferença é o que gostaria que acontecesse ao nosso redor, especialmente com aqueles que dizemos que mais amamos.
Por outro lado, como mãe, penso que vai chegar o momento do desafio: onde os filhos vão questionar, brigar e mesmo desrespeitar. Temos que nos preparar, temos que enfrentar. Mas, temos que tentar evitar que as discussões e o desrespeito venham de nós. Isso exige paciência -MUITA - exige coragem, e pra mim, muita fé. E mesmo que tantas divergências aconteçam, nosso amor aos filhos é incondicional e nossas ações sempre serão pelo bem deles. É claro que vou ensinar o que acredito, levá-los à Igreja, à escola, e por aí vai, sempre pelo seu bem e pelo que acreditamos ser o melhor. Quando a maturidade chegar, espero então que meus filhos ponderem e considerem tudo o que foi ensinado para tomarem suas próprias decisões. E deixá-los seguir suas vidas, mas sempre irei amá-los.
E claro que este amor também é aplicável à outros familiares: tios, irmãos, e aqueles que temos grande consideração. Dessa forma, eles precisam ver que os respeitamos também, independente de suas escolhas, acho que isso não nos permite criticá-los, especialmente em público e na internet.
A família é especial, mantê-la unida é um desafio, mas também um privilégio. Eu vou tentar, da melhor maneira que eu puder!
quinta-feira, 11 de junho de 2015
Maternidade e o cansaço
Pessoal, sumi por uma semana. Como comentei com vcs, estive de mudança nestes últimos dias, e está tudo sendo uma loucura: fizemos por conta, o que significou embalar, transportar e tirar coisas de caixas todos os dias, além de móveis e todas as mudanças que programamos para o apto novo. Estamos felizes, mas ainda com muito a fazer, como decidimos reformar e fazer mais umas coisas, é mais 1 mês no mínimo para tudo se ajeitar.
E ainda tenho meu trabalho, que bem nesse mês de uma aumentada, o que é ótimo, mas acontecendo ao mesmo tempo e colocando a cabeça pra pensar, e claro... eu tenho um pequeno pra cuidar.Apesar de tudo estar um caos, nesses dias eu tiro alguns intervalos pra curti-lo e fazer algo. Ele estranhou o apto novo, e tem acordado algumas noites, mas já começou a melhorar. Tivemos dias quentes e lindos pra aproveitar e deu pra ir no parquinho, ver amiguinhos e conhecer um pouco da área comum do apto, que é muito melhor pra ele que o antigo, tudo isso ajudou. E claro, ele não pára e com as caixas tem sido doideira.
Enfim, com tudo, tenho ficado exausta. E quem mais aqui é mãe que vive correndo e também não está? E para as mães com recém nascidos, sério... como somos guerreiras de praticamente ficar 6 meses sem dormir uma noite inteira (felizmente para mim foi apenas 3, e fico insuportável com sono, mas lá estou aqui escrevendo na madrugada, porque estou acesa...)
Mas, isso é temporário, a mudança vai acabar e apesar do resto da correria continuar, dá pra se organizar e levar legal. O cansaço acontece, mas isso é importante: todas encontrarmos momentos para descanso do corpo e da mente.
Estou animada porque domingo está chegando, e apesar de sempre ter compromissos da Igreja mesmo a tarde, ainda assim, é dia de descanso e minha dica é vocês realmente pararem. É Dia de estar em família, e de tirar um cochilo, mesmo que 30 min, pra mim faz a maior diferença. É um dia diferente e toda mãe merece um descanso. Programem-se para isso, realmente precisamos.
Aproveito para conversar, ler e não trabalhar (o que é difícil porque tenho vontade de ver e responder e-mails, mas já percebi que é errado e não faz bem).
Logo a programação de posts volta ao normal, porque preciso organizar mais umas coisas e ter um descanso no meio... né?
E como vocês conseguem achar um tempo de descanso?
Um ótimo fim de semana para todos.
E ainda tenho meu trabalho, que bem nesse mês de uma aumentada, o que é ótimo, mas acontecendo ao mesmo tempo e colocando a cabeça pra pensar, e claro... eu tenho um pequeno pra cuidar.Apesar de tudo estar um caos, nesses dias eu tiro alguns intervalos pra curti-lo e fazer algo. Ele estranhou o apto novo, e tem acordado algumas noites, mas já começou a melhorar. Tivemos dias quentes e lindos pra aproveitar e deu pra ir no parquinho, ver amiguinhos e conhecer um pouco da área comum do apto, que é muito melhor pra ele que o antigo, tudo isso ajudou. E claro, ele não pára e com as caixas tem sido doideira.
Enfim, com tudo, tenho ficado exausta. E quem mais aqui é mãe que vive correndo e também não está? E para as mães com recém nascidos, sério... como somos guerreiras de praticamente ficar 6 meses sem dormir uma noite inteira (felizmente para mim foi apenas 3, e fico insuportável com sono, mas lá estou aqui escrevendo na madrugada, porque estou acesa...)
Mas, isso é temporário, a mudança vai acabar e apesar do resto da correria continuar, dá pra se organizar e levar legal. O cansaço acontece, mas isso é importante: todas encontrarmos momentos para descanso do corpo e da mente.
Estou animada porque domingo está chegando, e apesar de sempre ter compromissos da Igreja mesmo a tarde, ainda assim, é dia de descanso e minha dica é vocês realmente pararem. É Dia de estar em família, e de tirar um cochilo, mesmo que 30 min, pra mim faz a maior diferença. É um dia diferente e toda mãe merece um descanso. Programem-se para isso, realmente precisamos.
Aproveito para conversar, ler e não trabalhar (o que é difícil porque tenho vontade de ver e responder e-mails, mas já percebi que é errado e não faz bem).
Logo a programação de posts volta ao normal, porque preciso organizar mais umas coisas e ter um descanso no meio... né?
E como vocês conseguem achar um tempo de descanso?
Um ótimo fim de semana para todos.
quarta-feira, 3 de junho de 2015
6 meses de blog: 6 posts favoritos!
O blog já completou 6 meses, como passou rápido!
E como o tempo está louco de corrido, não vamos perder mais um pouco dele e vamos relembrar, inclusive para quem conheceu nossa página há pouco tempo, os 6 posts favoritos até o momento, seus temas e tópicos:
Sexto lugar: ensaio fotográfico da gravidez da Clarice, dos queridos amigos Joana e Alexandre, lindo demais!
http://maternidadesud.blogspot.com.br/2014/12/joana-e-alexandre-esperando-clarice.html
Quinto lugar: a história de quem escreve para vocês sobre o tempo que demorei para engravidar, as duas vezes em que perdi um bebê e, por fim, o dia em que a gravidez chegou e nosso maior presente chegou!
http://maternidadesud.blogspot.com.br/2015/01/quando-maternidade-parece-que-nao-vai.html
Quarto lugar: dicas e ideias sobre o dia da benção do bebê na reunião sacramental, muito bom para as famílias fazerem deste momento reverente, especial e único.
http://maternidadesud.blogspot.com.br/2015/01/o-dia-da-bencao-do-bebe.html
Terceiro lugar: história da exemplar mamãe Michele, do blog As tontas vão ao céu, e como seu seu serviço e amor se reflete em sua família.
http://maternidadesud.blogspot.com.br/2015/01/existem-diversas-formas-de-servir-por.html
Segundo lugar: mais uma história especial da mamãe Priscila, que é uma mãe incrível e sabe conciliar sua vida no mercado de trabalho trabalhando fora com sua família
http://maternidadesud.blogspot.com.br/2015/04/tudo-acontece-no-momento-certo-por.html
E a expectativa para o...
Primeiro lugar: as histórias reais dão show em nosso blog: esta é da mamãe SUD Adriana, que optou por empreender para estar mais próxima da família e se vira de todos os jeitos, mas mostra que todo o esforço vale a pena!
http://maternidadesud.blogspot.com.br/2015/03/ser-mae-e-onde-eu-sempre-quis-estar.html
Eu adoro cada um deles!!!!
E vocês, tem algum post favorito? Quer compartilhar suas experiências com a maternidade SUD? Ou quer ver algum assunto em especial por aqui? Manda pra gente publicar, suas experiências, exemplos e histórias podem inspirar muitas outras pessoas!
E como o tempo está louco de corrido, não vamos perder mais um pouco dele e vamos relembrar, inclusive para quem conheceu nossa página há pouco tempo, os 6 posts favoritos até o momento, seus temas e tópicos:
Sexto lugar: ensaio fotográfico da gravidez da Clarice, dos queridos amigos Joana e Alexandre, lindo demais!
http://maternidadesud.blogspot.com.br/2014/12/joana-e-alexandre-esperando-clarice.html
Quinto lugar: a história de quem escreve para vocês sobre o tempo que demorei para engravidar, as duas vezes em que perdi um bebê e, por fim, o dia em que a gravidez chegou e nosso maior presente chegou!
http://maternidadesud.blogspot.com.br/2015/01/quando-maternidade-parece-que-nao-vai.html
Quarto lugar: dicas e ideias sobre o dia da benção do bebê na reunião sacramental, muito bom para as famílias fazerem deste momento reverente, especial e único.
http://maternidadesud.blogspot.com.br/2015/01/o-dia-da-bencao-do-bebe.html
Terceiro lugar: história da exemplar mamãe Michele, do blog As tontas vão ao céu, e como seu seu serviço e amor se reflete em sua família.
http://maternidadesud.blogspot.com.br/2015/01/existem-diversas-formas-de-servir-por.html
Segundo lugar: mais uma história especial da mamãe Priscila, que é uma mãe incrível e sabe conciliar sua vida no mercado de trabalho trabalhando fora com sua família
http://maternidadesud.blogspot.com.br/2015/04/tudo-acontece-no-momento-certo-por.html
E a expectativa para o...
Primeiro lugar: as histórias reais dão show em nosso blog: esta é da mamãe SUD Adriana, que optou por empreender para estar mais próxima da família e se vira de todos os jeitos, mas mostra que todo o esforço vale a pena!
http://maternidadesud.blogspot.com.br/2015/03/ser-mae-e-onde-eu-sempre-quis-estar.html
Eu adoro cada um deles!!!!
E vocês, tem algum post favorito? Quer compartilhar suas experiências com a maternidade SUD? Ou quer ver algum assunto em especial por aqui? Manda pra gente publicar, suas experiências, exemplos e histórias podem inspirar muitas outras pessoas!
segunda-feira, 1 de junho de 2015
Mudar a perspectiva
Hoje me peguei pensando em como posso ver as coisas pelo outro lado. Não sou a pessoa mais otimista e positiva (na realidade, preciso trabalhar muito nisso), mas tenho sido nos últimos dias e tem sido bom olhar as coisas de uma perspectiva diferente.
Neste feriado que está chegando, vamos mudar de apartamento. Estou naquela correria de, além das coisas de sempre da casa, filho, Igreja, e agora no momento correndo para vender algumas coisas (aliás, interessados, me procurem, hahaha... alguns eletros e móveis no OLX e roupas, utensílios e decorações direto comigo aqui, precinho camarada de mudança) e claro, na operação colocar tudo em caixas.
Tem sido cansativo e corrido, mas estamos contentes, afinal, apesar do apartamento novo ser do mesmo tamanho, tem várias vantagens em relação ao atual, e estamos planejando do nosso jeitinho, diferente de quando entramos nesse, quando casamos, que você entra "do jeito que dá". Apesar de passarmos por muitos desafios, como fomos abençoados e progredimos desde quando dissemos SIM, semana que vem completando 6 anos de nosso casamento e selamento, e assim podemos ir para um lugar melhor agora.
E o que tudo isso tem a ver sobre a perspectiva? Vou explicar:
Sempre temos muitos compromissos, e acabei comentando com muita gente sobre adiar ou trocar programas porque estamos em fase de mudança de apto. E o interessante é que a maioria das pessoas falou algo como "ah... mudança é chato né" ou "nossa, que trabalho, difícil mudar né"... e tudo bem que nem sempre as pessoas tem a mesma situação que a nossa, mas eu tenho visto por um lado diferente e digo "mas vai ser para melhor, estamos contando os dias para entrar no apto novo; estamos felizes, não tem problema de ser trabalhoso, está tudo bem". Tenho me sentido feliz e animada apesar de tudo estar sendo muito mais trabalhoso e cansativo ultimamente.
Descobrir que mudar, não apenas de casa, mas de perspectiva, faz bem, mais do que eu imaginava. Vocês já experimentaram? Realmente sugiro que tentem.
Podemos ver o outro lado de nossos filhos, de nossa família, de nossos amigos e líderes da Igreja, podemos ver o outro lado de um pouco de tudo, e como tanto falamos de lar: deixar nosso ambiente mais alegre, feliz e sagrado.
Que este início de semana seja de mudança para todos nós, e que nosso outro lado seja a melhor perspectiva de todas!
Neste feriado que está chegando, vamos mudar de apartamento. Estou naquela correria de, além das coisas de sempre da casa, filho, Igreja, e agora no momento correndo para vender algumas coisas (aliás, interessados, me procurem, hahaha... alguns eletros e móveis no OLX e roupas, utensílios e decorações direto comigo aqui, precinho camarada de mudança) e claro, na operação colocar tudo em caixas.
Tem sido cansativo e corrido, mas estamos contentes, afinal, apesar do apartamento novo ser do mesmo tamanho, tem várias vantagens em relação ao atual, e estamos planejando do nosso jeitinho, diferente de quando entramos nesse, quando casamos, que você entra "do jeito que dá". Apesar de passarmos por muitos desafios, como fomos abençoados e progredimos desde quando dissemos SIM, semana que vem completando 6 anos de nosso casamento e selamento, e assim podemos ir para um lugar melhor agora.
![]() |
| Nossa entrada "que inspira" que montamos no apto atual, isso queremos manter no novo, mas talvez a gente troque algumas molduras... |
E o que tudo isso tem a ver sobre a perspectiva? Vou explicar:
Sempre temos muitos compromissos, e acabei comentando com muita gente sobre adiar ou trocar programas porque estamos em fase de mudança de apto. E o interessante é que a maioria das pessoas falou algo como "ah... mudança é chato né" ou "nossa, que trabalho, difícil mudar né"... e tudo bem que nem sempre as pessoas tem a mesma situação que a nossa, mas eu tenho visto por um lado diferente e digo "mas vai ser para melhor, estamos contando os dias para entrar no apto novo; estamos felizes, não tem problema de ser trabalhoso, está tudo bem". Tenho me sentido feliz e animada apesar de tudo estar sendo muito mais trabalhoso e cansativo ultimamente.
Descobrir que mudar, não apenas de casa, mas de perspectiva, faz bem, mais do que eu imaginava. Vocês já experimentaram? Realmente sugiro que tentem.
Podemos ver o outro lado de nossos filhos, de nossa família, de nossos amigos e líderes da Igreja, podemos ver o outro lado de um pouco de tudo, e como tanto falamos de lar: deixar nosso ambiente mais alegre, feliz e sagrado.
Que este início de semana seja de mudança para todos nós, e que nosso outro lado seja a melhor perspectiva de todas!
Assinar:
Postagens (Atom)

























