segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Terceirizar filhos


Li esse texto, gostei e pensei bastante, por isso decidi compartilhar com vocês.

Hoje, no geral, vejo muitos filhos terceirizados. O texto define que:

"As crianças terceirizadas são aquelas cujo os pais transferem para terceiros a tarefa de cuidar, se preocupar e se responsabilizar por elas".

Conheci mães que trabalham fora de casa, estudam integralmente, ou por algum motivo, não passam a maior parte do tempo em casa. Mas, elas dedicam uma grande parte de seu tempo restante para terem um tempo de qualidade com seus filhos. Elas sabem o que acontece na escola e durante o dia a dia, elas conhecem as preferências de seus filhos, elas fazem sacrifícios, fazem o que for necessário para o bem estar deles. Para mim, estas mulheres estão longe de terceirizarem seus filhos.


Imagem: melhoramiga.com.br

A Família Proclamação ao Mundo menciona:

"Segundo o modelo divino (...) A responsabilidade primordial da mãe é cuidar dos filhos (...) Enfermidades, falecimentos ou outras circunstâncias podem exigir adaptações específicas. Outros parentes devem oferecer ajuda quando necessário.

É claro que todo mundo precisa de um tempo para si, adaptado às suas circunstâncias. Mas acho que vale pensarmos se, em alguns momentos, não estamos terceirizando nossos filhos em determinados momentos. É apenas uma reflexão para pensarmos no foco que estamos dando à nossa família.

Boa leitura!

http://www.justrealmoms.com.br/9-consequencias-que-terceirizar-os-filhos-pode-causar1/

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Quando a maternidade parece que não vai chegar... por Flávia Sphair

Janeiro é um mês especial para mim. No dia 09 de janeiro de 2013, foi a primeira vez que vi o coração de meu bebê batendo forte pela primeira vez.

Para qualquer mãe, acredito que seja um momento divino, mas para mim, foi mais do que isso... foi saber que a gravidez era real, e que a minha vez finalmente tinha chegado depois de espera, frustrações e ansiedades.

Hoje, eu que escrevo à vocês neste blog vou contar um pouquinho mais de um pedacinho da minha história - da escolha de ter um filho até a primeira ecografia - e conto especialmente para aquelas que ainda não realizaram o sonho de ser mãe, mas estão fazendo de tudo para conseguir ter um bebê em seus braços.



Pouco depois de fazermos 2 anos de casados, decidimos que queríamos ser pais. Eu nunca me vi mãe, mesmo logo depois de casar... apesar de tão valorizada no Evangelho, não era uma prioridade pra mim. Mas... alguns amigos tiveram bebês, e percebi, convivendo com eles, que fazíamos coisas boas, e apesar das mudanças serem muitas, a vida era boa demais com filhos. Meu esposo já queria antes de mim ter um filho, e assim tbém concordei com ele que era hora de tentarmos.

Eu tomava anticoncepcional na época e logo no primeiro mês que parei, meu ciclo atrasou... achei que não era nada, ia esperar pelo menos 1 semana, mas fui convencida a fazer um teste de farmácia, e para minha surpresa deu positivo, assim como o exame de sangue. Na empolgação, falamos para família e amigos, mas... a alegria durou muito pouco: 4 dias depois senti a cólica mais forte da minha vida, e muito mais sangramento do que o normal. Foi um aborto espontâneo, eu sabia que a gravidez tinha acabado.

Apesar de na hora ter sido um susto e uma decepção muito grande, bastou um fim de semana para me recuperar, afinal... perder um bebê é mais comum do que pensamos e sei disso porque muitas pessoas que nem imaginava terem passado por isso também conversaram sobre suas experiências comigo, o que me deu um ânimo ainda maior. Viramos a página e fomos em frente.

Foram mais uns 6 meses de tentativas, e comecei a ficar incomodada... acho que a maioria que não engravida em 2 meses já começa a arrancar os cabelos, mas, em um mês que estive um pouco menos despreocupada, tive um novo positivo (pasmem, minha dentista falou que eu estava com a gengiva inflamada e parecia sintoma de gravidez... comprei um teste logo depois da consulta e sorri novamente). Eu tinha uma guia de ecografia comigo, e decidi que queria ver ser era verdade mesmo direto na clínica. Vimos uma gravidez bem inicial, fiquei bem feliz e avisamos nossos familiares.

Cheguei a sentir enjoos por 1 semana, que repentinamente sumiram em seguida, mas nenhum sagramento, tudo tranquilo. Só que era a preparação para um segundo momento de tristeza: fomos fazer a ecografia seguinte e... a gravidez não evoluiu. O coração não batia, o tamanho do bebê era metade do que devia ser, era um aborto retido.

Esta segunda vez foi a que realmente me deixou pra baixo. Por quê não dava certo? E nesta encarei a curetagem. O procedimento em si foi tudo bem, anestesia geral, e nenhum problema físico. Mas o emocional foi duro. Primeiro porque você faz a curetagem em maternidades, fala sério... todos os quartos do lado do seu com os enfeites de porta dos recém nascidos, e você, nada. Mas, os próximos meses foram os mais difíceis para mim. Eu tinha amigas com bebês, e via anúncios de gravidez, e eu não conseguia ficar feliz por elas... eu quase sentia raiva, eu sabia que não devia, mas era difícil controlar os sentimentos.

Foram meses difíceis e esperei um pequeno tempo até a médica dar ok para tentarmos novamente. Aliás, fizemos o mapeamento genético do embrião e descobrimos que ele tinha uma "trissomia", um gene a mais, que na posição que estava era incompatível com vida. A médica nos alertou que esse problema não era derivado de mim ou do meu esposo, foi um problema de formação genética e que nada nos impedia de tentar mais uma vez, só do nosso emocional.

Assim, meu esposo falou comigo. Ele disse que acreditava que se fizéssemos um esforço maior nas coisas do evangelho, nosso desejo seria concedido, afinal, era justo e de acordo com o plano do Pai Celestial. Preparamos algo que ele aprendeu na missão chamado "Compromisso de Poder". Basicamente, são 4 categorias que escrevemos:

1. O desejo que tínhamos;
2. O que nos faríamos para alcançá-lo;
3. Qual sacrifício maior faríamos à Deus para alcança-lo;
4. Qual a benção que Deus nos concederia por isso.

A nossa parte incluiu aumentar a frequência ao templo, melhorar nossas orações e fazer ofertas mais generosas. Foi quase que um convênio, e nossa fé aumentou muito, nos apegamos fortemente nisso.

2 meses depois disso, meu marido teve um sonho: que nós tínhamos um filho, que era um menino e se chamava Mateus. Lembro da convicção que ele disse isso pra mim em uma manhã como qualquer outra na semana, mas que para nós foi diferente. Me agarrei ainda mais nisso e pensei... ele está vindo.

Então, algumas semanas depois do sonho, me senti estranha... um mal estar que não passava. O marido falou pra comprar um teste, e deu negativo. Foram mais 10 dias com o enjoo e com uma sensação de que tinha algo diferente e eu estava grávida sim! Aí comprei o teste mais barato da farmácia, que finalmente deu o esperado positivo, e tive uma certeza enorme de que esta vez seria diferente, tínhamos um compromisso com Deus, e ele daria esta benção para nós.

O exame de sangue deu positivo, e aí eu tinha que fazer a eco. Morri de medo de não ver nenhum coraçãozinho batendo, então decidi o seguinte: como estava próximo do natal e das festas, eu só ia fazer o exame se fosse pra ter certeza de ver um coração batendo. Esperei tudo passar e com quase 3 meses de gravidez fui para a eco. E lá estava um coração acelerado e saudável batendo... 09 de janeiro de 2013 foi um dia incrível que nunca vou esquecer... eu ainda tive um leve descolamento e precisei ficar calma nos meses seguintes, mas era bem leve e de pouca preocupação.

Sinceramente, porquê passamos por essas coisas eu não sei, mas realmente acredito que a hora certa de ser mãe para mim foi na hora que Deus sabia que eu estava preparada para a maternidade. Amadureci muito com tudo o que passei e tbém já pude compartilhar minha experiência com outras que passaram por isso desde então. Acho que tudo me fez despertar o real desejo de ser mãe, o que eu não tinha anteriormente.

Também conheci histórias muito mais difíceis que a minha... muito mais sofrimento, muito mais gasto e muitas outras complicações. Mas todas tiveram finais felizes... e isso não significa que veio uma gravidez: alegrias que vieram na adoção e em outros desfechos que conheci.

Se você está passando por isso agora. TENHA FÉ. Faça sua parte e se sacrifique um pouco mais para alcançar seu nobre objetivo de ser mãe... mas saiba que o Pai Celestial tem seu tempo e seu modo de conceder as bençãos que ele sabe serem melhores para nós.


Depois de tudo, fica a história, a lembrança... mas que todo o esforço e sacrifício, tudo o que for feito VALE A PENA!

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

30 ideias de programas em família ou entre o casal

É normal querermos fazer coisas diferentes (ainda mais porque estamos em época de férias) no fim de semana, em uma noite mais tranquila ou um dia que sobra um tempinho livre... só que daí falta a criatividade. Hoje, quero mostrar algumas ideias de programas para o casal ou a família.

Meses atrás eu e meu marido fomos convidados a dar uma aula do curso de relacionamento conjugal e adaptei algo muito bacana que encontrei (inclui alguns extras) e resolvi compartilhar aqui também.

Algumas ideias são para fazer apenas entre o casal (afinal todos merecemos nosso tempo a sós), mas a maioria dá pra fazer com toda a família. Vamos às sugestões:





30 ideias para fazer com seu cônjuge ou sua família (adaptado de www.familia.com.br):

1- Caminhada - mesmo que seja na rua de casa;
2- Atividade física - seja qual for: academia, esporte,etc;
3- Fotografia - fotografem momentos do casal e da família;
4- Restaurante temático - provem algo diferente quando puderem;
5- Jogar videogame - porquê não?;
6- Ir ao Estádio - assistam um jogo de futebol / esporte que todos gostem;
7- Parque de diversões - divirtam-se e não esqueçam de ir ao brinquedo favorito.
8- Parque aquático - aproveitem as piscinas em um dia quente;
9- Zoológico - se gostam de animais é excelente;
10- Circo - para ver acrobacias e inclusive para dar boas gargalhadas;
11- Jogos de tabuleiro - joguem o que mais gostam, as opções são muitas;
12- Aventura - p/ quem pode, façam escaladas, trilhas em rios,cavernas, etc;
13- Andar de bicicleta - sempre um bom passeio;
14- Namorar no banco da praça - e com direito a pipoca;
15- Sorveteria - bater papo com sorvete é bom, especialmente no verão;
16- Jantar à luz de velas - em casa mesmo, é muito romântico e gostoso;
17- Cinema ou filme em casa - todo mundo gosta;
18- Aprendam uma nova língua - estudem um novo idioma juntos;
19- Iniciar um novo hobby - artesanato, culinária, costura, marcenaria, decoração... Seja um curso ou uma tradição, façam disso parte da rotina;
20- Visitem as feiras - verifiquem o calendário dos centros de exposições e as propagandas, todos os meses há feiras diversas na cidade;
21- Museu - unindo o lazer com aprendizado e cultura;
22- Teatro - das engraçadas às trágicas, é sempre bom assistir.
23- Visitem um Spa - tirem um dia p/ relaxar e ter um merecido descanso.
24- Segunda lua de mel - vale deixar as crianças com avós ou tios para passar um fim de semana inteiro juntos.
25- Viagem - desde o planejamento do quanto irão gastar, onde ficar, o que visitar... Não precisa gastar muito ou ser longe, mas aproveitem;
26- Conheçam a cidade e arredores - há muitas praças, ruas temáticas, parques e locais diferentes que estão bem perto de nós.
27 - Visitem grandes lojas - mesmo que não façam nenhuma compra, é bom para se inspirar, ter ideias para a casa ou um projeto pessoal, conhecer tendências, etc;
28 - Projeto de Serviço - ajudem uma pessoa ou instituição de tempos em tempos;
29 - Genealogia - aprendam juntos sobre seus antepassados, pode até incluir uma visita à cidade de um parente distante;
30- Ir juntos à igreja e ao templo - Assistam juntos sempre que puderem as reuniões dominicais, participem das atividades da ala e sirvam na casa do Senhor com uma meta de frequência possível da família.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

"Existem diversas formas de servir" por Michele Romero

Hoje apresento à vocês Michele Romero, mãe da querida Rafaela e dona do Blog "As tontas Vão ao Céu" que acredito que muitas de vocês já conhecem, afinal, ela cria com muito carinho lembrancinhas, cartazes, marcadores e arquivos diversos para todas as organizações SUD, além de compartilhar muitas ideias e atividades de alas e líderes de todo o Brasil.

Para mim, uma amiga que o mundo virtual me trouxe e que felizmente se tornou real, já pudemos nos encontrar pessoalmente 2x e já prometi um passeio na minha cidade na próxima vez que ela vier!

Em seus posts, ela sempre demonstra muito carinho pelas pessoas, e também o quanto incentiva a Rafaela por leitura e outras coisas boas para sua vida. Então, pedi para ela compartilhar um pouco sobre a história do blog e como isso tem fortalecido ela e sua família.

Espero que gostem do relato!





"Comecei meu blog (As Tontas Vão Ao Céu) em 2010. Tinha me tornado mãe 
alguns meses e tinha alguns problemas de saúde que me limitavam a limpar a casa, cuidar bem da minha filha e até mesmo me cuidar. Eu tomava inalação de 1 em 1 hora e me sentia bem inútil.

Após orar muito, senti que deveria criar o blog para compartilhar os arquivos que fazia para usar em minha ala em meu chamado. E foi uma experiência maravilhosa!


No começo eu só compartilhava o que fazia para meus chamados, mas com o tempo, vi que muitas irmãs infelizmente não tem o privilégio de ficar em casa. Elas querem dar o melhor delas em seus chamados, mas a falta de conhecimento de informática e falta de tempo não contribuem. Então passei a agendar todas as sugestões que elas me davam de arquivos que são úteis em seus chamados.


Sou muito grata por minha filha me ver usando a internet para algo louvável e mostrar pra ela o valor disso!


Nesses 4 anos de blog, descobri um talento que até então eu não sabia ter. Me aperfeiçoou a cada dia e minha filha pode ver o quanto é gratificando servir as outras pessoas! Por vezes ela me ajuda à montar os recursos impressos.
Por causa de minha saúde não posso sair muito, mas posso me sentir útil e hoje tenho muito mais gratidão pelo privilégio de poder ficar em casa cuidando de minha filha.


Cada vez que recebo uma mensagem ou um e-mail de uma irmã agradecendo pelo que faço, me sinto muito feliz por de alguma forma poder contribuir na vida de cada uma delas e principalmente, no reino de Deus! Por meio desse meu trabalho, minha filha pode ver a importância de servir na Igreja e que existem diversas formas de servir!


Meu marido não entendia no começo o que eu fazia, até ele mesmo começar a conhecer as seguidoras do blog e ouvir delas mesma o quanto lhes ajudo. Desde então, ele me ajuda cuidando de nossa filha para que eu possa ter tempo para fazer os arquivos, responder as mensagens e e-mails.


Todas nós precisamos de um tempo para nós mesmas, para distrairmos, relaxarmos e nos distanciarmos das frustrações. E essa é minha forma de fazer isso!




Mi, você é uma pessoa tão comprometida em ajudar os outros com seu serviço voluntário merece tudo de melhor! E que o blog continue por muitos e muitos anos!

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Dayanne e Thiago... esperando Benjamin (Ensaio Fotográfico)

No primeiro post quando eu criei o blog, pedi sugestões de assuntos para escrever, e a Dayanne escreveu que gostaria de sugestões de looks nos padrões e "poses" legais para ensaio de gravidez, inclusive porque ela faria as fotos dela.

O pedido foi aceito, o post criado (quem não viu clica aqui)... e nossa futura mamãe também tirou as fotos, aí não tive como não pedir pra ela compartilhar com a gente esse momento especial. Aliás, as roupas dentro dos padrões e as "poses" escolhidas arrasaram.

O Benjamin tá quase chegando, e desejo para essa família que tudo corra bem, e que eles sejam muito felizes nessa nova etapa que é tão maravilhosa!


















Impossível não amar ensaios de gravidez!















quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

O dia da benção do bebê

Logo depois do nascimento de um filho, temos um dia especial para a família: a benção do recém nascido. Em geral, é um dia de alegria e ansiedade (eu pelo menos estava muito ansiosa) para abençoar o novo membro da família.

Como era algo que considero significativo, fiz uma pequena preparação para nossa vez. Talvez tudo o que eu comente seja conhecido de todos, mas fica a sugestão.

Imagem: lds.net

- Decidimos que gostaríamos de convidar alguns familiares (inclusive alguns tios que não são membros) para assistir a ordenança e almoçar conosco após as reuniões. Eu optei por ser direta e uns 10 dias antes do domingo que foi escolhido para a benção, convidei virtualmente mesmo as pessoas que gostaria e liguei para os demais. Mas, há quem prefere fazer um convitinho para a ocasião (minha prima fez um lindo para a filha dela com modelo de um vestidinho branco). Fica bem bonito também.

- Este tipo de benção costuma ser feita no primeiro domingo do mês, é uma orientação... mas com certeza não uma obrigação. No meu entendimento, um dos motivos é para que os familiares que possuem chamados na estaca possam participar sem deixar de cumprir seus chamados, já que este é o domingo em que eles estão na ala. Enfim, leve em consideração o que é melhor para sua família no todo.

- Uma semana antes da benção, preparei uma noite familiar com este tema... é especialmente legal quando há mais crianças na família para falar sobre a ordenança. No Livro de Recursos de Noite Familiar (aquele que tem no templo, material produzido da Igreja), tem uma lição específica sobre isso, que fala sobre a importância do nome e da benção. Foi um dos momentos mais gostosos desde que o bebê tinha chegado.

- Geralmente gostamos de escolher uma roupinha bonita para o bebê usar. A maioria opta pelo branco, acho que fica realmente lindo... mas como não é uma obrigação usar branco, no meu caso, era inverno e roupa bacana de frio para menino toda branca não é simples de achar... ganhei um conjunto bem chique azul marinho que na hora, já escolhi pra usar na benção, então... o que a mãe e o pai acharem o melhor tá valendo!

- No dia da benção, veja com o pai do bebê se todos os portadores do sacerdócio que irão participar da ordenança estão cientes... nada contra chamar na hora, mas acho bacana todo mundo já saber que vai participar, fica mais organizado. Sobre isso também, não há um limite, mas minha opinião pessoal é que gente demais não é necessário (tipo, a foto, rsrsrsr). Nós optamos por convidar os avôs e tios (não temos nenhum bisavô vivo), demais familiares, como tios-avôs e primos, foram convidados para assistir, tirar fotos e participar com a gente.

- Por fim, bençãos não podem ser filmadas, mas podem ser gravadas. Não esqueça de pedir para alguém gravar, pode ser no celular mesmo, a benção. Você pode transcrever depois e guardar no diário (seu, do bebê, etc). Foi o que fiz e lembro da emoção que senti naquele dia.


Acho que é bem válido, certo? Ah, e se o bebê chorar na hora, faz parte (sim, no meio da benção o meu teve que chorar) mas nada de se preocupar, especialmente quem está realizando a benção... vá até o fim, é um momento único.

Mais alguma coisa que esqueci ou devo mencionar? Como foi esse dia pra quem já passou pela experiência?


segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Celulares e tablets na Igreja com Crianças e Adolescentes

Se tem um tópico que me deixa bem intrigada é o uso de celulares e tablets na Igreja. Pra mim, é um daqueles tópicos que são uma benção e uma maldição ao mesmo tempo.

Imagem: Overbr

Acho fantástico podermos ter todas as nossas escrituras e recursos do evangelho em um dispositivo só. Eu era super apegada aos livros, mas, depois da maternidade e com a bolsa enorme que vai pra Igreja, ganhei um celular com os aplicativos e foram os livros então os primeiros a serem cortados do carregamento, e passei a usar tudo pelo celular.

Sou presidente das moças e uso todos os recursos das aulas no celular, assim como boa parte das meninas, que também participam lendo escrituras e citações em seus dispositivos móveis.

Porém, tudo tem o seu outro lado. Começando pelas próprias moças, apesar de eu não ter filhos adolescentes, me preocupo demais com esse comportamento. O celular, ainda que consultado para escrituras, é muito mais consultado para redes sociais, jogos e mensagens. Na minha realidade, durante as aulas nas moças, temos boa participação e pouco uso fora das escrituras, mas depois, na escola dominical e reunião sacramental... é complicado, às vezes vejo pessoas que ficam o tempo todo trocando mensagens, e sabe lá onde foi parar o Espírito. É normal "pegarem no pé" dos jovens, mas tem pais demais que fazem isso também.

E para as crianças? Quem não tem joguinhos e videos para os pequenos assistirem? Super comum ver as crianças mesmo bem pequenas quietinhas pelas milagrosas Peppa, Galinha Pintadinha e Cia. Eu mesma tenho esses no meu celular também, mas... não os uso na Igreja no domingo.

Absolutamente NADA contra quem usa na Igreja esses recursos com seus filhos, cada pai e mãe sabe como agir melhor com os seus, mas eu, na minha opinião pessoal, acho que tem lugares que não é bom usar esses videos, e um deles é a sacramental na Igreja. Sim, eu ficou bem louca, levo brinquedos, livrinhos e por aí vai, para tentar aguentar toda a reunião, mas o celular eu não uso. Dou uma volta às vezes e tento desde já mostrar que o celular deve ser usado nos momentos corretos, e a reunião sacramental não é um deles. EU acho isso, não é uma regra. Tecnologia deve ser usada com bom senso e me incomoda a ideia de usá-la com meus filhos na Igreja.

Vocês tem uma opinião sobre isso, seja qual for a fase em que estão seus filhos? Como vocês usam esses dispositivos na Igreja?