quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Daniel e Ingrid... esperando Nicole (Ensaio fotográfico)

Eba, tem mais um bebê SUD chegando =) mais um casal que passou por suas dificuldades mas enfim... a gravidez chegou e estão esperando pela Nicole, que pode chegar a qualquer momento, a mamãe está agora quase em 40 semanas!

Como eles são chiques, as fotos foram tiradas nos EUA!
Que venha a Nicole, porque amada ela com certeza já é demais!


Fotografia: Jennifer Miller Photography

















segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Maternidade e Exercícios Físicos

"Para cuidarem bem do corpo, comam alimentos nutritivos, exercitem-se regularmente e durmam o suficiente: Pratiquem o equilíbrio e sejam moderados em todos os aspectos de sua saúde física"- Para o Vigor da Juventude

Imagem: lds.org/youth

Sempre fui uma pessoa ativa na parte física. Quando criança (aliás, dos 6 aos 14 anos), eu fui ginasta, daquelas que treinam muito todos os dias e viaja para competir em muitos lugares, experiência que me ensinou muito desde cedo.

Nos anos seguintes, até depois do casamento, passei a fazer dança. Fiz sapateado, ballet e jazz (esse último o que mais amo) e quando comecei a tentar engravidar, acabei parando de me exercitar, eu viaja e trabalhava bastante na época (o que não deveria ser uma desculpa, mas sabe como é).

Foram praticamente 2 anos parada, e quando finalmente engravidei (como vcs sabem, demorou um pouco), tive um pequeno descolamento onde minha médica orientou a não "inventar moda", ou seja, se não fazia atividade física até então, não era hora de começar. Então até o Mateus nascer e se adaptar com as mamadas e a vida materna, os exercícios ficaram para trás.

Quando o Mateus estava com uns 8 meses, comecei a me incomodar com isso. Eu queria voltar a fazer alguma coisa. Confesso que nunca fui fã de academia, o que seria uma alternativa, mas por não gostar muito, não esforçava por procurar outra coisa. Eu queria que fosse algo fixo e com comprometimento, mas... se eu fico com o baixinho o dia todo, inicialmente teria que ser a noite.

Mas daí não dava certo. Sempre tem alguma coisa: um evento em família, atividades na Igreja (eu estou na mutual toda semana, só pra começar, além de templo, reuniões da Soc Soc, etc.) além dos dias que o maridão chega mais tarde por problemas no trabalho, impossíveis de prever. Não estava dando certo.

Nessa época, eu andava preguiçosa. Meus horários de sono eram desregulados. Tinha dias que o bebê acordava até em um horário tranquilo, depois das 8h30, e mesmo assim eu só queria ficar me enrolando na cama. Não dava mais e decidi tomar uma atitude: mudar minha rotina para ser menos preguiçosa e conseguir me exercitar. Já vi muitos pais correndo no parque empurrando seus filhos no carrinho, ou seja, deram um jeito. Por que não eu podia dar um jeito também?

No meu caso, percebi que a melhor maneira de me exercitar diariamente em horário fixo era se fosse bem cedo pela manhã, antes do maridão sair pra trabalhar e do Mateus acordar (que felizmente dorme bem e não acorda antes das 8h00). Então optei por deixar a preguiça de lado e acordar, sim, às 6h40 para fazer exercícios (eu acordava às 6h00 pra trabalhar 1 ano antes, não seria o fim do mundo).

Passei a fazer cerca de 30 minutos de esteira em uma micro academia (tem 3 aparelhos) no meu condomínio (mesmo não sendo minha opção preferida, mas também economizo sem gastar com isso), voltar até 7h30 para casa, tomar meu banho e a partir das 8h00 estaria pronta para atender ao Mateus na hora que ele acordasse.

Comecei isso em agosto/2014. Inicialmente, foi difícil me acostumar de novo, mas consegui me disciplinar, persisti e comecei a tomar gosto. Tudo foi melhorando e posso dizer que estou muito feliz com essa decisão.

Minha vida está muito mais organizada, consigo fazer mais coisas pela manhã além dos exercícios (isso inclui trabalhar, organizar a casa e inclusive escrever no blog) e assim, tenho um tempo maior com meu pequeno para brincar e aproveitar com ele. Estou bem menos preguiçosa e muito mais disposta, fazer exercícios é muito bom mesmo e espero não ficar parada nunca mais. Nem sempre é fácil levantar nos dias mais cansados, porém faz toda a diferença no restante do dia.

Meu próximo passo é fazer algumas melhorias na minha alimentação... sei que não é ruim, mas tem vários ajustes para serem feitos, que vão ficar para um próximo post

E vocês, tem se exercitado?


sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

"Minha mãe é meu maior exemplo" por Mary Furusho

Hoje temos um post em clima de homenagem =) A Mary é uma amiga querida que o mundo virtual me ajudou a fortalecer a amizade e... compartilhar ideias, afinal o maternidade SUD nasceu inspirado do blog dela, o incrível A Noiva SUD (se não conhece, clica ali mesmo pra conhecer e indica para as amigas que estão na fase casamento).

Pedi para ela escrever a importância da mãe dela (já que Mary é também recém casada) até seu casamento. Como é bom termos nossa mãe como um exemplo à ser seguido!




Minha mãe é meu grande exemplo e inspiração.

Como sou grata por tudo que ela fez, faz e ainda fará por mim. Se tem alguém que eu sei que sempre estará do meu lado, é ela! (E meu pai também, melhor deixar anotado senão ele fica ciumentinho).
Ela sempre provou ser uma grande e maravilhosa mãe. Se hoje estou aqui é graças a um sacrifício dela. Quando eu ainda era bebê, meus pais e eu estávamos dentro de um carro lotado de coisas de mudança e pela viagem ser pequena, tive que ficar no colo de minha mãe. O trajeto seria muito curto se não fosse um acidente no percurso. Houve uma batida muito forte num poste, que deu estrago total no carro. Eu estava na frente, no colo dela. Mas ela ficou tão preocupada que pudesse acontecer algo comigo no momento, que me envolveu em seus braços sem medo do que poderia acontecer com ela. Tanto meu pai, quanto ela se machucaram muito. O que rendeu a ela um pulso quebrado e uma cicatriz no rosto, com uma recuperação de semanas no hospital. Mas graças ao meu anjinho que chamo de mãe, eu bebezinha saí sem um arranhão sequer. Sem falar as outras vezes que ela sempre cuidou da melhor maneira possível dos resfriados e viroses que eu e meus irmãos tivemos ao longo da vida.




Além de enfermeira, minha mãe provou ser ao longo desses anos, excelente dona de casa, cozinheira, psicóloga, esposa e amiga.

Aprendi com ela que se temos um lar organizado, podemos sentir conforto e tranquilidade, descansando do corrido dia a dia. Aprendi que se cozinharmos com amor, acima de tudo, nossa comida será melhor que qualquer cardápio de chef renomado. Também aprendi que se eu sempre pensar no outro antes de pensar em mim, teremos um relacionamento duradouro e saberemos expressar a caridade de Cristo. E que nunca devemos diminuir nossos padrões e valores por pressão do mundo.

Ela me ensinou que ao tornar-se esposa e mãe, você recebe um chamado tão divino e importante que desenvolverá alguns poderes especiais, típicos de super heróis. Sendo alguns deles: super audição (não tem nada que ela não escute), leitura de pensamentos (não tem segredo que você possa guardar dela), poder de multiplicar o tempo (para dar conta de todas as tarefas), clonagem (uma vez que você consegue ser várias mulheres ao mesmo tempo), super velocidade (já que não importa onde esteja, se você precisar dela, em minutos estará perto de você), e muitos outros...

Nós não nascemos na Igreja. Aliás, ela e meu pai são pioneiros na família. Conheceram o evangelho e se batizaram, quando eu tinha 6 anos de idade. Então, até aquele momento não conhecíamos nada à respeito de famílias eternas. Mas o fato curioso, é que eu lembro bem a sensação e o pensamento que tive quando fomos selados. Foi algo como: “Todos dizem que agora podemos viver juntos eternamente, mas isso não é novidade para mim. Com o amor que minha mãe e meu pai sempre demonstraram no nosso lar, nunca tive dúvida que sempre estaríamos juntos.”

Minha mãe é meu maior exemplo. Sempre soube que queria ser alguém como ela, e devido anos de estudo, aprendizado e observação, nos últimos anos já me sentia pronta para receber o mesmo chamado divino que ela. Mas só depois que me casei, é que fui realmente sentir a grande responsabilidade e o poder dessa mulher virtuosa. Achei que por parecer tão fácil de fora, seria “easy” agora. Então fui surpreendida novamente. Acho que vai demorar um pouquinho para eu me tornar uma mulher maravilhosa como ela. Mas se eu chegar a ser 1/3 do que ela é, já estou realizada! Sei que meus filhos e meu marido poderão ser felizes e também gratos à ela.





Eu sou grata ao Pai Celestial por ter me dado essa benção maravilhosa que é ser filha da Sra. Angélica Cristina de Castro. Ele tinha certeza que ela me ajudaria a seguir no seu Plano de Salvação. Sou grata ao meu pai por ter escolhido ela e a amado tanto todos esses anos. E claro, sou grata à ela, por me trazer ao mundo e não ter parado por aí, estando sempre sempre comigo. 

Te amo.


Emocionante! E como é sua mãe para você?

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Familia Weinert (Ensaio Fotográfico)

E hoje temos fotos de família, pela primeira vez no blog. Adoro ensaios familiares e confesso que preciso pensar em fazer de nós no momento atual, afinal, o tempo passa rápido! E este ensaio são fotos de dois momentos dessa família!

Hugo, Ellen, Melissa e Danilo são especiais para nós. Tivemos a alegria de sermos amigos de juventude, escrever pro Hugo na sua missão, participar e ensaiar para a celebração do templo de Curitiba (e dar muitas risadas também), ser padrinhos de casamento do casal, ajudar nos chás de bebê e também acompanhar o crescimento espiritual deles. Eu nunca imaginarei (e nem eles) que o Hugo seria meu bispo atualmente... grandes desafios vem com grandes bençãos para famílias batalhadoras e inspiradas. E mesmo entre as dificuldades temos a felicidade.

Apresentando: Família Weinert

Fotografia: Vivian Costa
























domingo, 25 de janeiro de 2015

Participar do Fé em Deus, Progresso Pessoal, Dever para com Deus e demais programas da Igreja com seus filhos

Hoje quero falar de algo que é de grande importância para qualquer família: acompanhar nossos filhos nos programas de metas da Igreja. Como de costume, não é meu objetivo criticar ninguém, mas refletir no que é bom justamente para aqueles que mais amamos.

Desde a primária, aprendemos que metas são importantes e nos ajudam a alcançar nosso potencial divino e autossuficiência temporal e espiritual. Por isso acredito que a Igreja investe desde cedo nisso: para que nosso desenvolvimento comece e nunca pare.




Além de esposa e mãe (como vcs já sabem), fui secretária, conselheira e atualmente sou presidente das moças, e tenho trabalhado nos últimos 7 anos nesta organização. Posso garantir uma coisa à vocês da experiência que adquiri: que as jovens que estiveram mais firmes no evangelho, que fizeram o progresso pessoal, e enfim, se desenvolveram mais pessoal e espiritualmente foram as tiveram um bom acompanhamento por parte de seus pais.

Como líder, ainda que eu tivesse feito o Progresso Pessoal como jovem, percebi que teria que fazer o progresso pessoal novamente para entender exatamente as dificuldades e experiências atuais que as jovens realizaram. Garanto à vocês que, se eu não tivesse realizado as metas, eu não poderia ajudar nem 30% do que posso às jovens pelas quais sou responsável. Seria muito bom se mães e pais tivessem essa mesma percepção. 

Somos convidados à realizar metas e projetos junto de nossos filhos. Estamos aproveitando estas oportunidades? De crescer em família dentro do evangelho? Infelizmente, há muitas mães e pais que deixam quase toda a responsabilidade destes programas para os líderes. Eles que acabam sugerindo, incentivando, dando ideias e cobrando o cumprimento das metas, e há pais que nem mesmo sabem quais metas seus filhos estão fazendo.

Além disso, temos os programas que, mesmo sem livretos específicos, são importantes para todos os membros da Igreja crescerem em família dentro do evangelho: noite familiar, estudo das escrituras, história da família, obra missionária, projetos de serviço, frequência ao templo, etc.

O Élder Robert. D. Hales, do quórum dos 12 apóstolos, deu um discurso específico sobre esse tema voltado aos jovens (mas que já se encaixa aos filhos da primária) e uma das citações diz:


"Os membros adultos da Igreja devem compreender que os requisitos do Progresso Pessoal e do Dever para com Deus não são apenas uma longa lista de verificação. São metas pessoais que cada rapaz e cada moça estabelecem e que os ajudam a tornarem-se dignos de receber as ordenanças do templo, de servir em uma missão, de casar-se para a eternidade e de desfrutar da exaltação. Mas entendam isto: Deixar que os rapazes e as moças tentem cumprir essas metas sozinhos é uma grande perda e uma tragédia!

Pais, mães e líderes dos jovens, rogo que participem do Progresso Pessoal e do Dever para com Deus com seus filhos e com os jovens. Não somente eles vão crescer, mas vocês também. E igualmente importante: vocês vão crescer junto com eles, formando um vínculo de fé e amizade que lhes permitirá fortalecerem-se mutuamente e permanecerem para sempre no caminho do evangelho, de modo a realmente se tornarem uma família eterna".

Eu ainda tenho um filho pequeno, mas já prometi a mim mesma que tentarei acompanhar o máximo possível seu desenvolvimento espiritual: levá-lo e buscá-lo das atividades na Igreja, perguntar o que ele aprendeu na aula de domingo, fazer metas juntos, enfim... não vou ser perfeita e conseguir fazer tudo, mas pelo menos priorizar o que é mais importante.

Sempre há tempo de começar. Incentivo à todos nós à acompanhar mais nossos filhos dentro do evangelho!

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Link do discurso completo do Élder Hales: https://www.lds.org/general-conference/2010/04/our-duty-to-god-the-mission-of-parents-and-leaders-to-the-rising-generation?lang=por&query=

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

"As dores e as alegrias da amamentação" por Evelise Toporoski Domingues

O post de hoje é de autoria de uma amiga minha da época de conferência de jovens, a Evelise, roubado do blog dela - Papo de Família -  com sua permissão, é claro, para o Maternidade SUD.

A maternidade veio para nós com poucos meses de diferença e, além de membro de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias e jornalista, ela é esposa e mãe do Rafael, um menininho charmoso de olhos azuis.

Eu não sei o quanto ela sabe (senão vai ficar sabendo agora), mas quis compartilhar porque as palavras dela foram um GRANDE E REAL alívio e me deu muito ânimo no que se diz a amamentar.



Particularmente, eu acho este assunto um pouco polêmico, visto que tem mães que não conseguem ou mesmo não querem amamentar (e na minha opinião cada uma sabe o que é melhor para si e seus filhos, ou seja, façam o que preferirem), porém... eu sempre quis MUITO dar meu próprio leite ao Mateus... mas não foi tão simples como pensei que seria.

Quem teve dificuldades nesse assunto, sabe que nem tudo é como as revistas, televisão e mesmo as especialistas dizem. Pra mim, na maternidade foi mais confuso ainda, porque cada enfermeira falava uma coisa diferente e mostrava jeitos diferentes, e não foi lá que eu consegui e meu filho aprendeu a mamar, mas sim depois de muitas tentativas e paciência dentro de casa.

Quando eu comecei, tive aquelas coisas todas de peito rachado, tive sangramento e até uma provável mastite (até tive um pouquinho de febre e dor 1 semana depois do nascimento) e a cada mamada - ou seja, aquele intervalo de 2 a 3 horas - eu pensava "como essa mulherada aguenta essa dor o dia todo?" E pomadas, passar o próprio leite no bico para hidratar e outros truques pareciam que não funcionavam.

Daí a gente aproveita a soneca do menino pra ver se tem algo que ajuda na internet, e só davam todas aquelas mesmas coisas que especialista tal disse... nada parecia igual ao que eu estava passando, até que a Evelise escreveu esse texto. E me identifiquei tanto que resolvi não desistir... minhas dores duraram quase 2 meses e de repente, as coisas melhoraram e tudo ficou fácil, até demais! Amamentei meu pequeno até 1 ano e 1 mês. Por ele, acho que ia mais, porém eu parei por opção própria, mas fiquei feliz por ter conseguido ter feito isso durante este período.


Eis o texto que tanto me ajudou. Eu entendo porque algumas desistem... a dor realmente é complicada, mas se você está nessa fase, quer muito amamentar, e tem dificuldades (espero que não), fique firme, isso passa!

Ps. A Evelise ainda amamenta seu menino de 1 ano e 7 meses!

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"Faz tempo que eu precisava falar sobre isso. Enquanto você está grávida poucas pessoas dão instruções sobre amamentação – o povo só fica te apavorando sobre o parto (compartilharei minha opinião sobre isso em outro momento).
Sempre tive um desejo enorme de amamentar, acho bonito, um gesto de carinho e proteção ao bebê, mas eu tinha a imagem que seria sempre assim:
Imagem

Eu diva, calma, sorridente, maquiada e amamentando… mas no começo nem tudo são flores.
Minhas dificuldades
Depois da cesárea fui para o quarto e esperei o bebê chegar para tentar amamentar. Fiquei com medo que não tivesse leite, pois enquanto gestante não saiu líquido nenhum dos meus seios.
Quando o Rafa chegou no quarto coloquei no seio e fiquei esperando a ‘mágica’ acontecer, mas nada. Ele estava meio sonolento, então deixei que dormisse mais um pouco. O hospital tem uma enfermeira apenas para instruir sobre como amamentar. Ela apertou o bico do meu seio (sim, doeu muito!) e disse que eu tinha leite. Saiu uma gotinha de colostro, que era transparente e não parecia um leite! 
A senhora muito querida disse que ele ainda não sabia sugar e que eu teria que estimular colocando meu dedo mínimo no céu da boca dele para dar certo. Mesmo assim, ele não pegava corretamente e mamava muito pouco, muitas vezes engolindo ar. Eu passei o dia tentando amamentar e quase nada acontecia. Eu estava cansada e frustrada em perceber que não era tão simples. 
Ainda no hospital foi dado Nan para o Rafael e eu fiquei com medo de que ele me trocasse por aquela latinha cara. Eu via as outras mães que tiveram filho no mesmo dia que eu super amamentando felizes e eu ainda sem entender o que estava acontecendo.
Na alta com a pediatra neonatal falei sobre a minha dificuldade em amamentar e aí começou uma sessão de tortura. Ela pediu para mostrar como eu fazia e disse que estava errado. Apertou por uns 10 minutos o bico dos meus seios, puxou, apertou, puxou, apertou, sério, fiquei com vontade de bater nela… até que a ‘mágica’ aconteceu – ele sugou e eu amamentei de verdade! A doutora disse que o bico do meu seio era curto, mas que com insistência eu conseguiria amamentar.
Eu teria que me torturar em casa, sozinha – começava mais um o desafio. Além de estar na fase de puerpério, chorando e me irritando por qualquer coisa, cada mamada para o Rafael começava meia hora antes. Eu puxando bico, passando dedo na boca dele, tentando encaixar. Às vezes dava certo, outras não. Por isso, meu seio começou a rachar.
Que dor!
Para mim, estas foi uma das dores mais intensas que senti. Eu tinha que alimentar meu filho, mas para isso, teria que suportar aquele mal-estar a cada duas horas. No hospital eu ganhei amostra grátis de uma pomada a base de lanolina para ajudar, também passei o próprio leite no seio, é o que instruem nas Unidades de Saúde.
Não peito chegou a sangrar, mas também não tinha tempo de cicatrizar e passei acho que um mês com esta dor terrível.
Nesta época eu fui em um salão de beleza retocar as luzes, fazer unha e ouvi várias mulheres contando que tiveram o mesmo problema. Algumas pessoas me indicaram passar casca de banana no seio, claro que não fiz! Ouvi também de outra que desistiu de amamentar por causa dessa dor e começou a introduzir alimentos no bebê aos três meses porque ‘o Nan era caro’. Enfim, ouvi vários absurdos!
Os melhores conselhos ouvi foram da minha mãe e da minha cunhada Camila. Elas sempre tiveram ao meu lado e todos os dias me ligavam para saber como estava a amamentação. Minha mãe disse ‘seu seio vai ficar acostumado e o Rafael mais esperto e vai parar de doer quando você menos esperar’. Sim, isso aconteceu!!
Hoje ele é super esperto pega corretamente de primeira e suga muito bem, tanto que tem ganhado mais de um quilo por mês e é o orgulho do pediatra!!
Agora eu amamento com prazer e sem dor, posso até tirar foto diva igual a Claudia Leite. 
Só contei a minha história para dizer com propriedade que amamentar não é fácil, mas vale muito à pena. Mesmo que doa insista, porque vai passar! Na época encontrei pouco material na internet sobre o assunto, só histórias terríveis que me deixaram assustada. Tomara que meu relato possa ser uma ajuda positiva.
Respeito as mulheres que não puderam amamentar ou por algum motivo tem que dar complemento ao bebê. Cada um escreve uma história e todo esforço para ter um bebê saudável é válido.
Me identifiquei
Um belo dia eu estava amamentando e assistindo o programa Encontro da Fátima Bernardes, aí a Chris Nicklas (eu adorava ela na MTV) apresentou um projeto sobre amamentação. Ela amamentou gêmeos e mostrou no programa uma foto toda descabelada com os dois! Eu me emocionei assistindo o que ela falou, me identifiquei muito! Clique aqui e assista também! 
E você como foi sua experiência com a amamentação?"


quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

5 Receitas para refeições da família: realmente fáceis, realmente simples e realmente rápidas

Quem me conhece sabe que, quem cozinha nesta casa é... o marido. Ele sabe fazer coisas que vcs nem imaginam. Mas... quem está em casa sou eu, e no mínimo preciso providenciar a janta ou alguma coisa pra comer no dia a dia.

E eu sou péssima na cozinha, do tipo, qualquer coisa que demore, que tenha algum ingrediente diferente, que tenha um princípio de complexidade, eu tenho dificuldade. Pesquiso as coisas mais óbvias no google.

Aí tendo que providenciar comida, não gastar muito (pq o dinheiro pra comer fora vários dias não existe) fui buscar receitas que fosse possíveis de serem feitas. Encontrei muitas, daquelas de 15 minutos, mas pra mim... não funcionava. Ou era só salada, ou demorava bem mais do que dizia, ou tinham ingredientes malucos... eu precisava encontrar coisas reais e práticas DE VERDADE.

É difícil, mas consegui fazer uma pequena seleção de alguns achados - meus favoritos -  que esses sim, pode confiar: matam a fome, são ultra rápidos e fáceis e deixam todas as pessoas felizes, essas... até eu consigo fazer.

Vão as minhas super dicas (e não tem uma ordem certa de ingredientes e preparo, mas vcs vão entender):

1. Pizza de Carne Moída

Adoro essa receita porque é uma pizza, mas com um toque diferenciado, a massa!


Ingredientes

- 500 g de carne moída
- 1 pacote de sopa de cebola (45 g)
- 2 ovos
- 1 cebola média picada - opcional
- 2 dentes de alho amassados - opcional
- 2 colheres (sopa) de cheiro verde picado fresco ou desidratado
- Sal a gosto
- Pimenta, se desejar
- 2 colheres (sopa) de farinha de rosca
- Azeite para untar a fôrma

Para a cobertura:

- 300 g de mussarela ralado grosso
- 2 tomates sem sementes picados em tiras ou rodelas
- Azeite
- Sal a gosto
- Orégano a gosto
- 3 azeitonas verdes sem caroço cortadas em anéis ou tiras

Preparo

Misture a carne moída com a sopa de cebola, os ovos, a cebola
picada, o alho e o cheiro verde. Acerte o sal, a pimenta, se
desejar, a farinha de rosca e amasse bem. Unte uma fôrma para
pizza com o óleo. Abra a massa de carne, forrando o fundo da
fôrma.

Para alisar a massa, molhe as mãos e apalpe. Leve ao forno quente
(200ºC), previamente aquecido, e deixe por 10 minutos mais ou
menos. Tire o disco de carne do forno e cubra com o mussarela. À
parte, tempere os tomates com o azeite, o orégano e
o sal. Espalhe sobre o mussarela mais orégano e as azeitonas.
Leve ao forno novamente para derreter o mussarela 2 min. Sirva em
seguida.

Rendimento: 8 pedaços.


2. Sopa de batata

É a minha sopa favorita e aprendi logo que entrei na Soc Soc em uma atividade. Simples e deliciosa e dá ora fazer em cima da hora! Com uma torradinha no inverno, é tudo de bom.

Ingredientes:

7-8 Batatas;
Creme de leite - preferencialmente fresco (1 pote) ou umas 2 caixinhas;
Sal a gosto
Queijo muçarela ralado e cebolinha fatiada para polvilhar depois de pronto.

Descascar e cozinhar as batatas até ficarem bem molinhas. Amassar tipo um purê e em seguida, misturar o creme de leite e temperar com sal a gosto. Ela fica bem cremosa e dá até pra afinar com um pouquinho de leite - se precisar.


3. Sanduíche de forno

Receita infalível que minha tia me deu em meu chá de panela, ela realmente conhecia minha falta de habilidade e deu o pulo do gato!

Levar ao fogo para fazer um creme:

1 colher de sobremesa de margarina
1 colher de sopa de farinha de trigo

Acrescentar aos poucos cerca de 1/2 litro de leite, até formar um creme bechamel. Temperar a gosto com Orégano, cubo de caldo de frango, sal, noz moscada e 1/2 lata de creme de leite. Deixar no fogo até engrossar um pouquinho.

Depois, o sanduíche deve ser montado em um refratário com:

Pão de forma fatiado sem casca;
Queijo muçarela fatiado;
Presunto, lombo ou peito de peru fatiado.

Untar o refratário e forrar com o pão. Molhar bem com o creme, e cobrir com a muçarela e o presunto. Repetir o processo fazendo camadas até o topo, terminando com o queijo.

Levar no forno por uns 20 min, até dourar e está pronto!


4. Batata recheada feita no microondas

Essa aprendi no programa do Jamie Olivier. Eu gosto dele e do que ele faz, mas boa parte das receitas tem ingredientes bem diferentes, e nem todo mundo tem uma horta gigante como ele atrás de casa. Mas... esse truque foi bacana, e o legal é que eu e o marido testamos logo depois de assistir na TV em um sábado sem ideias e muita fome e foi aprovado, usado até hoje. O passo a passo:

1. Lavar o número de batatas, de tamanho médio, que vc deseja preparar;
2. Colocar em um recipiente de vidro as batatas, e cobri-lo completamente com papel filme;
3. Ligar o microondas em potência alta por cerca 8-10 min. Vc vai ver que o filme vai inflar, é normal.
4. Elas já estão prontas, cozidas no vapor! Retire o filme com cuidado por causa do vapor, e se quiser deixar um pouquinho mais crocante, coloque no forno a gás ou elétrico por mais 5-10 min.
5. Cortar em formato de cruz e colocar um pouquinho de sal, azeite e manteiga (cuidado que está bem quente). O recheio vc escolhe.

O legal das batatas é que dá pra, ou comprar recheios como preferirem, por exemplo, requeijão, requeijão com bacon; ou reaproveitar algum molho ou recheio que vcs tenham em casa, por exemplo, o restinho do strogonoff de domingo! Fica no gosto e imaginação de vcs.


5. Patê de presunto com creme de ricota

Mais um aprendizado na Soc Soc, que arrisquei e que tem um sabor diferente, gosto muito!

Ingredientes:

1 ricota + 1 vidro pequeno de maionese (ou um potinho de creme de ricota somente)
200g de presunto;
1/2 xícara de azeitonas verdes picadas;
6 colheres de sopa de azeite;
Mostarda e pimenta do reino a gosto.

Triturar o presunto e misturar os demais ingredientes, temperando a gosto a mostarda pimenta no final!